sábado, 26 de setembro de 2009

PREVISÕES

PREVÊ-SE QUE 59 MILHÕES DE TRABALHOS SEJAM PERDIDOS EM TODO O MUNDO.

O BANCO MUNDIAL ESPERA QUE 89 MILHÕES DE PESSOAS ENTREM NA POBREZA EXTREMA DURANTE O ANO DE 2010.

É PRECISO CANALIZAR RECURSOS PARA PROTEGER OS DIREITOS HUMANOS, NÃO PARA PROTEGER A RIQUEZA.

ESPELHO PRECISA-SE





Este governo é muito poderoso dizem os sociais-democratas. Claro! Quando é o PS a governar, todos aqueles que dependem da governação, incluindo o mais mísero funcionário público, deve-lhe respeito, que o respeitinho é muito lindo, então não é?
Só que se esquecem os sociais-democratas que quando estão no governo se passa o mesmo.
Todos os directores e cunhas na função pública, passam por eles.
É muito engraçado, para quem está de fora, ver estas queixas e acusações que fazem ora uns, ora outros, porque o mais engraçado é que têm razão e o mais curioso é que se esquecem que ambos actuam da mesma maneira.
Claro que quando as "coisas" se passam connosco, se percebe melhor como se fazem as ditas. Mas a memória é curta, muito curta e os exemplos dos outros não servem para nós.

CHEGAMOS AO FIM DA LINHA




É uma crise mundial que se apresenta como uma crise de paradigma.
Os trabalhadores deixam de ter direitos.
Os emigrantes passam a ser uma ameaça e as leis xenófobas vão crescer.
Quem manda no mundo são os mercados e estes cavalgam nos povos.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

SOCIOLOGIA DAS ELEIÇÕES




Temos a sociedade portuguesa e as suas manhas representadas nos candidatos a 1ºMinistro. Senão vejamos:
Um Operário que já não o é, mas que podia ser - Jerónimo de Sousa. Tem corpo de operário, forma de vestir e até postura. Nele se realça o operário, embora tenha o dobro de anos de deputado da Assembleia da República (33 anos) do que de operário.

Temos um Burguês Diletante- Paulo Portas. Tem andar de comando e jeitinho para tudo, em especial, para se misturar com o povo em dia de feira. Nitidamente, o menino- família que goza com estas actividades sociais e políticas.

Temos o rapaz, Classe Média, representado pelo Sócrates. Filho de pais divorciados, inteligente, ambicioso e que faz todas as falcatruas possíveis e imaginárias para singrar na vida, ao ponto de ter até entrado para o PS e candidatar-se a 1º Ministro.


Temos o Intelectual Burguês que gosta mesmo de política e luta pelo seu ideal - Francisco Louçã.
Não usa gravata como bengala dos intelectuais, obstinado e inteligente e trabalha por objectivos.

Temos o Padre Leigo ,como em todas as sociedades católicas, que proclama da justiça social - Rui Marques.

Temos o Revolucionário que se tornou burguês porque já o era, mas que continua a querer dar nas vistas, fazendo disso um trampolim para a sua actividade profissional de advogado (nem todos podem ser presidentes de clubes) - Garcia Pereira e por aí fora.

Como se pode observar com uma pequena amostra, embora significativa, temos a sociedade portuguesa, em traços largos, representada.

Se descermos aos candidatos a autarcas, então é que não falha nenhum "cromo", sim, já não são classes sociais que aí se representam, mas tipos e traços do povo que somos que aí se plasma.

E depois dizemos que estamos a ser mal governados. Mas nós somos isto, e os nossos representantes foram eleitos democraticamente. De que nos queixamos então?
De nós, possivelmente.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

O POVO GOSTA MAIS DA DIREITA DO QUE DA ESQUERDA




Porque é que o povo tem medo do comunismo?
Porque o povo tem medo da palavra esquerda?
Para mim, constitui um verdadeiro enigma, dado o diminuto tempo de governação dessas forças políticas.
A direita é quem tem (des)governado o país. Porque o povo não muda? Em nome de que santo? MEDO? RESISTÊNCIA À MUDANÇA?
Todas as justificações me parecem pouco explicativas e sobretudo pouco racionais.

NOVAS FORMAS DE REIVINDICAR PRECISAM-SE




Como se fazer melhor ouvir?
Toda a gente fala, toda a gente opina. Quem ouve?
As pessoas fazem greves, fazem vigílias quem dá importância?
É urgente mudar-se o (s) método(s) reivindicativo(s).
Pensei no silêncio como forma de luta. Quem escutaria?
O que fazer então?
Talvez levar a concurso ideias para criar novas formas de luta.
E se não surgirem novas formas, só há um meio, julgo, que é tentar, ensaiar e errar tantas vezes quantas as necessárias, para conseguir o objectivo, como o macaco.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

PERCEPÇÕES







Porque será que nos vemos de forma tão diferente daquela que nos vêem?