domingo, 2 de fevereiro de 2014

ALERTA AMARELO



ERROS MEUS... ?

A palavra  parece que se quer retirar para a sombra, mas sente-se com alguma incapacidade.
Continuam os conflitos entre a palavra e 'eu'.
Ocasiões em que as palavras chegavam sem pedir licença e acotovelavam-se para poder entrar, ultimamente andam cheias de 'rodriguinhos' a pedir licença umas às outras para  se apresentarem. Mais ou menos isto:
Faz favor de entrar...
Não, entre primeiro é um pedido...
Não, a primazia é sua...
e coisas do género.
Nem as linhas querem seguir, umas justificam-se pelo sonho, outras  dizem que já não faz sentido, outras ainda referem  que se sentem aprisionadas que já não são livres, toda a gente as amachuca e vilipendia.
As últimas que me apareceram disseram-me para as colocar ao espelho. Ao princípio não percebi,  mas hoje parece-me que entendi e amanhã já lhes prometi, vou tentar fazer isso, não as pôr em relação com nada, a não ser com elas mesmas.
Tarefa difícil a que irei tentar corresponder.

Santana - "While My Guitar Gently Weeps" 9/22 Lopez Tonight (TheAudioPer...


BOM DIA, PENEIREIRO


ovos-dos-pássaros-da-família-do-corvo


sábado, 1 de fevereiro de 2014

VOO DOS PÁSSAROS EM BANDO

Por que os pássaros, ao voar em bando, formam um V?

Porque, assim, eles poupam energia. A estratégia é inteligentíssima e produz uma economia fundamental para pássaros migratórios que precisam percorrer distâncias longas. Trata-se de uma questão de aerodinâmica: quando a ave que encabeça o bando bate as asas, vencendo a resistência do ar, forma-se, atrás dela, um vácuo que ajuda as outras a planar por mais tempo e com menos esforço. Observando no céu uma formação dessas, você perceberá que o animal que vai na frente bate as asas muito mais intensamente do que os que vêm atrás. E tem mais: para não cansar o líder, eles se revezam nessa posição dianteira. Há muito tempo os cientistas suspeitavam que a aerodinâmica beneficiava a formação em V, mas só conseguiram comprovar esse efeito recentemente, graças a estudos conduzidos pelo biólogo Henri Weimerskirch no Centro Nacional de Pesquisa Científica de Villiers, na França.
Ele descobriu que o batimento cardíaco de pelicanos voando em V era menor do que quando estavam em terra. Isso foi possível graças à instalação de pequenos monitores cardíacos nas costas das aves, treinadas para perseguir a luz de uma aeronave. O monitoramento mostrou que os pelicanos que seguem o líder economizam até 14% de energia.