sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
agora vou tomar café
as pessoas que vivem e são do sul são algo diferentes das do norte, depois explico porquê :9
BOM DIA, CUCO-RABILONGO
Para além do conhecido cuco-canoro, ocorre em Portugal um outro cuco, menos comum que o anterior mas
nem por isso menos espectacular: trata-se do cuco-rabilongo, uma espécie parasita, que põe os seus ovos
em ninhos de corvídeos, principalmente de pega-rabuda, mas também de pega-azul, gaio e gralha-preta.
nem por isso menos espectacular: trata-se do cuco-rabilongo, uma espécie parasita, que põe os seus ovos
em ninhos de corvídeos, principalmente de pega-rabuda, mas também de pega-azul, gaio e gralha-preta.
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
EMPRÉSTIMOS
As pessoas são aquilo que imaginamos muito mais do que aquilo que são.
Emprestamos-lhe sentimentos, emoções, beleza e até actos, se não forem reais, imaginários.
Colamos-lhes características inexistentes e dormimos sobre elas para o bem e para o mal.
A nossa perspicácia fica-se toda ou quase toda pelos afectos.
Um dia acordamos ou elas acordam-nos e ficamos espantados(as )ao vermos outra pessoa.
Entre o que são de facto as pessoas e o que se conta delas ou delas próprias, há muita diferença.
Nós gostamos das pessoas por aquilo que temos em nós ou que imaginamos ter.
Ninguém conhece ninguém, no entanto julga-se conhecer.
Mas também não nos conhecemos a nós próprios e se calhar nem temos essa verdadeira necessidade.
Sabemos moderadamente o que somos, através do que sabemos que não somos, pelo menos.
Neste processo de empréstimo ao outro daquilo que gostamos, estamos como que a ceder ao desejo de recuperar algo que julgamos inconscientemente perdido.
E um dia o "não-é-bem-assim" revela-nos o que é assim e a isso chama-se ficção.
Emprestamos-lhe sentimentos, emoções, beleza e até actos, se não forem reais, imaginários.
Colamos-lhes características inexistentes e dormimos sobre elas para o bem e para o mal.
A nossa perspicácia fica-se toda ou quase toda pelos afectos.
Um dia acordamos ou elas acordam-nos e ficamos espantados(as )ao vermos outra pessoa.
Entre o que são de facto as pessoas e o que se conta delas ou delas próprias, há muita diferença.
Nós gostamos das pessoas por aquilo que temos em nós ou que imaginamos ter.
Ninguém conhece ninguém, no entanto julga-se conhecer.
Mas também não nos conhecemos a nós próprios e se calhar nem temos essa verdadeira necessidade.
Sabemos moderadamente o que somos, através do que sabemos que não somos, pelo menos.
Neste processo de empréstimo ao outro daquilo que gostamos, estamos como que a ceder ao desejo de recuperar algo que julgamos inconscientemente perdido.
E um dia o "não-é-bem-assim" revela-nos o que é assim e a isso chama-se ficção.
BOM DIA, ALCARAVÃO
O misterioso alcaravão é uma ave difícil de observar. A maioria dos contactos com esta espécie envolve
indivíduos a fugir ou observados a grande distância.
indivíduos a fugir ou observados a grande distância.
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
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