Identificação
Inconfundível, pela forma curvada e longa do bico, e pelo tom uniformemente castanho-escuro. Por vezes,
conseguem-se observar os reflexos esverdeados nas asas dos adultos. Ave de dimensão média-grande,
pode desaparecer facilmente por entre a vegetação nos locais onde se alimenta, possuindo um pescoço
comprido como se fosse o prolongamento do bico longo e encurvado para baixo. As patas compridas e
escuras permitem-lhe caminhar sobre a vegetação e na água.
Abundância e calendário
Espécie presente no nosso país durante o ano todo, sendo mais
abundante nos meses de Inverno, entre Setembro e Março.
Como nidificante, apenas são conhecidas duas tentativas
recentes de reprodução, ambas no vale do Tejo. Pode formar
bandos de algumas centenas de aves, embora o mais comum é
encontrarem-se aglomerados de algumas dezenas, tratando-se
de uma espécie pouco comum e de distribuição muito localizada
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
CONT.II
Rilke (citado por João Moita) - "temos de aceitar a nossa existência, por mais longe que ela chegue; tudo nela tem de ser possível, mesmo o inaudito. É no fundo esta a única forma de coragem que nos é exigida: que encaremos ousadamente o mais estranho, o mais fabuloso e o mais inexplicável"
"a primeira vez que fui a Paris tinha 14 anos. Estava numa cama de hospital e ofereceram-me o livro Paris é uma festa, de Ernest Hemingway. Através desta obra viajei atá à capital francesa e, quinze anos mais tarde, quando realmente visitei Paris pela primeira vez, estive à procura dos sítios que Hemingway descreve no livro. Essa é a importância dum livro" - Ivo Machado
"amor e morte são os temas mais recorrentes de toda a poesia. Funcionam para o poeta como o fogo funciona para o ferreiro, isto é, como o meio que lhe permite dobrar o ferro e moldá-lo. Amor é fogo, mas também carne e dor. É a descoberta do outro, porque o que realmente importa é o mistério do encontro. É do coração que tudo nasce e que é no coração que tudo tende a instalar-se, até o Mal" - Inês Fonseca Santos, jovem poeta
"Ser poeta é condenar-se a uma espécie de purgatório dentro do 0,01 do Orçamento de Estado que sobra para a Cultura, quanto sobra para a poesia? zero. Numa livraria em Lisboa, entrei e procurei pela secção da poesia. Não havia nem um livro. Nada. Porque diabo insiste um poeta, então, em escrever? Má sina, masoquismo? Não. Um poeta traz-se à perna de si mesmo porque hoje mais do que nunca, o mundo precisa de poesia. Num tempo de abismo como este, o mundo precisa de poetas porque são aqueles que mais se abeiram do abismo. Como é sabido, só quem se abeira do abismo consegue olhar para cima, ver de novo, ver a luz com renovado olhar de espanto" - Pedro Teixeira Neves - jovem poeta
"a primeira vez que fui a Paris tinha 14 anos. Estava numa cama de hospital e ofereceram-me o livro Paris é uma festa, de Ernest Hemingway. Através desta obra viajei atá à capital francesa e, quinze anos mais tarde, quando realmente visitei Paris pela primeira vez, estive à procura dos sítios que Hemingway descreve no livro. Essa é a importância dum livro" - Ivo Machado
"amor e morte são os temas mais recorrentes de toda a poesia. Funcionam para o poeta como o fogo funciona para o ferreiro, isto é, como o meio que lhe permite dobrar o ferro e moldá-lo. Amor é fogo, mas também carne e dor. É a descoberta do outro, porque o que realmente importa é o mistério do encontro. É do coração que tudo nasce e que é no coração que tudo tende a instalar-se, até o Mal" - Inês Fonseca Santos, jovem poeta
"Ser poeta é condenar-se a uma espécie de purgatório dentro do 0,01 do Orçamento de Estado que sobra para a Cultura, quanto sobra para a poesia? zero. Numa livraria em Lisboa, entrei e procurei pela secção da poesia. Não havia nem um livro. Nada. Porque diabo insiste um poeta, então, em escrever? Má sina, masoquismo? Não. Um poeta traz-se à perna de si mesmo porque hoje mais do que nunca, o mundo precisa de poesia. Num tempo de abismo como este, o mundo precisa de poetas porque são aqueles que mais se abeiram do abismo. Como é sabido, só quem se abeira do abismo consegue olhar para cima, ver de novo, ver a luz com renovado olhar de espanto" - Pedro Teixeira Neves - jovem poeta
continuando com as aprendizagens literárias
hoje apenas colocarei aqui algumas frase ditas pelos escritores nas Correntes d'Escritas 2014
"amar a vida exige todas as coisas e mais algumas. A vida é extraordinária mesmo quando é infeliz e má"- Cruzeiro Seixas
"literalismo é um dos perigos que está um pouco a regressar, dado que as pessoas comunicam muito através das redes sociais e, às vezes, são incompreendidas quando usam de alguma ironia" - Ana Margarida de Carvalho
"nunca dizemos aquilo que verdadeiramente somos, apenas dizemos aquilo que queremos que os outros saibam a nosso respeito"- António Mota
"pela primeira vez em Portugal, temos uma mediania intelectual muito alta. Isso é uma coisa que só se consegue conquistar em democracia. O nível cultural de um povo é medido pela sua mediocridade, ou seja, quanto mais alta for a mediocridade, mais cultos somos todos nós"- Hélder Macedo
" Portugal mudou, a literatura mudou. O escritor mudou porque o leitor mudou e vice.versa. Há centenas de palavras novas que surgiram a partir da década de 90. Há novos tipos de tratamento entre as pessoas e também a literatura tem novos tipos de tratamento" - Miguel Real
Miguel Real chamou a atenção para "a pulsão ficcional fortíssima da nova geração de escritores portugueses"
e amanhã há mais
"amar a vida exige todas as coisas e mais algumas. A vida é extraordinária mesmo quando é infeliz e má"- Cruzeiro Seixas
"literalismo é um dos perigos que está um pouco a regressar, dado que as pessoas comunicam muito através das redes sociais e, às vezes, são incompreendidas quando usam de alguma ironia" - Ana Margarida de Carvalho
"nunca dizemos aquilo que verdadeiramente somos, apenas dizemos aquilo que queremos que os outros saibam a nosso respeito"- António Mota
"pela primeira vez em Portugal, temos uma mediania intelectual muito alta. Isso é uma coisa que só se consegue conquistar em democracia. O nível cultural de um povo é medido pela sua mediocridade, ou seja, quanto mais alta for a mediocridade, mais cultos somos todos nós"- Hélder Macedo
" Portugal mudou, a literatura mudou. O escritor mudou porque o leitor mudou e vice.versa. Há centenas de palavras novas que surgiram a partir da década de 90. Há novos tipos de tratamento entre as pessoas e também a literatura tem novos tipos de tratamento" - Miguel Real
Miguel Real chamou a atenção para "a pulsão ficcional fortíssima da nova geração de escritores portugueses"
e amanhã há mais
domingo, 23 de fevereiro de 2014
Prémio Casino da Póvoa
MANUL JORGE MARMELO, nasceu em 1971, no Porto. Estreou-se na literatura em1996 e já publicou mais de 20 títulos. UMA MENTIRA MIL VEZES REPETIDA, prémio Casino da Póvoa.
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