Identificação
Pequeno e rechonchudo, o chamariz apresenta padrões
amarelados na cabeça, que se estende até ao peito, mais visíveis
no caso dos machos. Esta é a característica que mais sobressai,
juntamente com o dorso e flancos fortemente riscados. As asas
são escuras. Os machos são bastante frenéticos bastante quando
cantam no topo de árvores, antenas ou postes, ou então
efectuando o seu voo nupcial “tipo borboleta
Abundância e calendário
O chamariz é abundante ao longo do território, exceptuando as
planícies abertas do Baixo Alentejo, onde é raro. Ocorre tanto dentro
de localidades, em parques e jardins, como em zonas
agricultadas, matas, bosquetes, zonas costeiras e prados de
altitude, sendo uma espécie bastante ecléctica na escolha dos
habitats. É uma espécie residente, mas no Inverno assiste-se à
chegada de invernantes, que formam grandes bandos nos
campos, por vezes com outras espécies de fringilídeos
sábado, 8 de março de 2014
sexta-feira, 7 de março de 2014
BOM DIA, CHASCO-RUIVO
Identificação
O macho adulto caracteriza-se pelos tons alaranjados, contrastando com a máscara e as asas pretas. A
cauda tem as penas centrais pretas, sendo as restantes penas predominantemente brancas. Os machos
de chasco-ruivo ocorrem em duas formas – a denominada forma clara, na qual a máscara apenas abrange
a zona ocular, formando uma máscara tipo “zorro”, e a forma escura, na qual a máscara também abrange o
queixo e a garganta. Em Portugal predominam as aves da forma escura. A fêmea é mais acastanhada,
parecida com a de chasco-cinzento
Abundância e calendário
Embora não sendo geralmente muito numeroso, o chasco-ruivo
pode ser localmente comum, sobretudo nas zonas mais áridas
do interior. Frequenta terrenos inclultos com algumas pedras e
também eucaliptais jovens. É um migrador estival, que pode ser
observado em Portugal de Março a Setembro
O macho adulto caracteriza-se pelos tons alaranjados, contrastando com a máscara e as asas pretas. A
cauda tem as penas centrais pretas, sendo as restantes penas predominantemente brancas. Os machos
de chasco-ruivo ocorrem em duas formas – a denominada forma clara, na qual a máscara apenas abrange
a zona ocular, formando uma máscara tipo “zorro”, e a forma escura, na qual a máscara também abrange o
queixo e a garganta. Em Portugal predominam as aves da forma escura. A fêmea é mais acastanhada,
parecida com a de chasco-cinzento
Abundância e calendário
Embora não sendo geralmente muito numeroso, o chasco-ruivo
pode ser localmente comum, sobretudo nas zonas mais áridas
do interior. Frequenta terrenos inclultos com algumas pedras e
também eucaliptais jovens. É um migrador estival, que pode ser
observado em Portugal de Março a Setembro
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