Identificação
O merganso-de-poupa é um pato diferente da tipologia
habitual deste grupo, sobretudo devido ao bico fino e
comprido. Esta espécie ostenta uma característica poupa
eriçada na nuca. Tal como nos restantes patos, o macho e
a fêmea diferem substancialmente. O macho, mais
colorido, apresenta cabeça verde escura, o característico
bico fino avermelhado, um colar branco, e padrão no dorso
claro/escuro com uma larga banda branca nos flancos. Já
a fêmea, de tonalidade mais baça, apresenta o bico da
mesma cor, cabeça castanho-fulvo e restante corpo
acinzentado
Abundância e calendário
O número de aves que visita o nosso território é relativamente reduzido, sendo esta uma espécie pouco
comum. Como invernante, a melhor época de observação decorre de Novembro a Março, sendo uma
espécie típica de águas abertas de estuários e lagoas amplas, podendo também ser encontrada em
ambientes marinhos junto ao litoral
segunda-feira, 17 de março de 2014
domingo, 16 de março de 2014
sábado, 15 de março de 2014
BOM DIA, PETINHA- DOS- CAMPOS
Identificação
Esta petinha, que pela estrutura se assemelha a uma alvéola,
caracteriza-se pela plumagem muito clara, pela ausência de
marcas no peito (adultos) e pela cauda bastante longa. As patas
são rosadas. Pode confundir-se com a petinha de Richard, à qual
se assemelha.
Abundância e calendário
A petinha-dos-campos distribui-se um pouco por todo o país, mas
é geralmente pouco abundante. Frequenta zonas abertas, tanto nas
planícies alentejanas, como nas zonas mais elevadas das
principais serras. Durante as épocas de migração, ocorre
regularmente junto à costa, nomeadamente em estuários e junto a
certos cabos. Esta petinha é um visitante estival, que está presente
nas áreas de reprodução entre Abril e Setembro e pode ser vista
em migração até Outubro. Ocasionalmente é observada em pleno
Inverno, no litoral sul
Esta petinha, que pela estrutura se assemelha a uma alvéola,
caracteriza-se pela plumagem muito clara, pela ausência de
marcas no peito (adultos) e pela cauda bastante longa. As patas
são rosadas. Pode confundir-se com a petinha de Richard, à qual
se assemelha.
Abundância e calendário
A petinha-dos-campos distribui-se um pouco por todo o país, mas
é geralmente pouco abundante. Frequenta zonas abertas, tanto nas
planícies alentejanas, como nas zonas mais elevadas das
principais serras. Durante as épocas de migração, ocorre
regularmente junto à costa, nomeadamente em estuários e junto a
certos cabos. Esta petinha é um visitante estival, que está presente
nas áreas de reprodução entre Abril e Setembro e pode ser vista
em migração até Outubro. Ocasionalmente é observada em pleno
Inverno, no litoral sul
sexta-feira, 14 de março de 2014
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