segunda-feira, 31 de março de 2014

Chet Baker - Best Of Chet Baker


BOM DIA, PICANÇO-BARRETEIRO

Identificação

Espécie fácil de identificar através do barrete cor-de-ferrugem e da máscara preta, bastante distinguíveis ao
longe, assim como da sua cauda comprida e dos painéis brancos nas asas. Pode ser encontrado com
relativa facilidade empoleirado em postes, cercas, fios, ou no topo de árvores ou arbustos, sendo este um
dos comportamentos mais característicos da espécie.
Abundância e calendário

Este passeriforme é relativamente abundante no nosso território,
podendo atingir densidades elevadas em alguns locais onde
encontra habitat adequado, como montados abertos, barrocal e
charnecas. Como nidificante estival, apenas é possível observá-lo
entre meados de Março e princípio de Setembro, altura em que
migra para a África subsahariana. Distribui-se por todo o território a
sul do Tejo e pelo interior norte


Copacabana (1947) - Carmen Miranda - "Tico Tico No Fubá"


domingo, 30 de março de 2014

Romantic Love Songs - Instrumental Hits- e porque hoje é domingo


AGORA TODA A SOCIEDADE É CORRUPTA

Dizia-me uma aldeã: agora toda a sociedade é corrupta se formos a ver, é difícil apontar o dedo a este ou àquele.
E a pergunta bailava na minha cabeça. O que pretendem as pessoas, afinal? Serem corruptas também ou batalhar contra a corrupção?
Obviamente que as respostas seriam variadas, mas penso em termos percentuais.
Será que as pessoas estão adormecidas em poeiras? Ou será  que os dias são assim tão lisos porque além do medo escorrer há uma sociedade pró-corrupção?
Não vejo campanhas anti corrupção a não ser a lançada pelo governo com os Audis a corromper, aliás o normal em países em que a corrupção é o 1º poder.
Há pequenas fagulhas de luta, mas acabam por se desfazer no ar. Estamos emurchecidos enquanto cidadãos.
Tudo vai deslizando bem nesta sociedade e o governo actual é vitorioso em toda a linha.
Este governo foi lançado no centro duma sociedade corrupta, lá onde lateja o sangue da corrupção mundial.
A maioria não consegue tirar de si um pensamento sequer, evitando clarezas.
O governo procura sempre com reais volúpias  conseguir simpatias e até piedades.
Tudo vai continuando pois a aguardar os acontecimentos.
Realmente não querem lutar contra nada, o que querem realmente é que tudo apareça feito.

BOM DIA, GAVIÃO

Identificação

Bastante semelhante ao açor, o gavião tem menores dimensões,
sendo uma das mais pequenas aves de rapina diurnas da nossa
avifauna. O macho exibe uma tonalidade rosa no peito e abdómen,
que está ausente no
açor. O macho e a fêmea, tal como no açor,
exibem notórias diferenças de dimensão, sendo a fêmea
significativamente maior. A cauda proporcionalmente mais
comprida que o seu congénere permite também separar as duas
espécies. Em comum possuem as barras horizontais das partes
inferiores, barras na cauda e uma tonalidade cinzento-prateada no
dorso, bico curto e robusto e patas longas.

Abundância e calendário

Espécie pouco abundante, o gavião é principalmente residente,
podendo contudo ver os seus números aumentados durante o
Outono e Inverno com a chegada de aves invernantes vindas do
norte da Europa. Como nidificante, distribui-se sobretudo pelo norte
do país, acompanhando as zonas florestadas. A sul do Tejo tem
uma distribuição mais esparsa.

sábado, 29 de março de 2014

BAFO MANITAL DA TELEVISÃO PORTUGUESA

Se houvesse menos conversa e mais acção:

O sol brilharia no seu carro de ouro e a lua no seu carro de pérolas (sei a frase de cor) .
A voz seria mais poderosa e delicada quando fosse ouvida.
Os sorrisos não seriam de escárnio.
Os comportamentos seriam mais facilmente alterados.
Menos novas igrejas surgiriam em todas as ruas, vilas e cidades.
Se a acção fosse mais,o sofrimento seria menos.
Convivia-se melhor com a História.
Haveria menos condescendência para os energúmenos.
Haveria menos derrotados e mais vencedores.
Menos conversa, menos preguiça.
Menos ignorância. A ascensão da ignorância neste sistema dito democrático, faz-se muito pelos meios de comunicação social com a televisão à cabeça.
Não se veriam tantas gárgulas ferozes a lutar com cães velhos.
Não haveria tanto desperdício entre sevandijas.
A candonga acabaria.
Os funerais não seriam um êxito.
Os nossos pés ficariam com menos serradura.
E a vida dos comentadores ex e futuros qualquer coisa, jornalistas do patrão, agindo todos na secreção da melatonina seria uma concha univalve cónica.
As confidências com urgências acabariam.
As plumas no mercado não escasseariam.
E as ilusões deixariam de ser ópticas.