O meu pensamento foi a banhos.
Sinto-me num passeio wagneriano.
Quisera ser feliz e salvar-me do estrangulamento da vida, mas hoje tenho uma enorme incompletude.
E continuo com as minhas meditações a preto e branco.
Deve ser bom identificar verdades universais, desconfio que ainda não identifiquei nenhuma.
A sineta dos meus pensamentos não está no lugar do costume, talvez por isso não consiga flutuar muito acima do solo, como aquela névoa que ali vejo em frente.
quarta-feira, 9 de abril de 2014
terça-feira, 8 de abril de 2014
BOM DIA PAPA-FIGOS MACHO
Identificação
O macho adulto é fácil de identificar: cabeça e dorso amarelos, asas pretas e bico vermelho. A fêmea é mais
esverdeada e, quando em voo, pode confundir-se com o pica-pau-verde. Apesar de raramente pousar à
vista, o papa-figos faz ouvir com frequência o seu canto aflautado, sendo este muitas vezes o primeiro sinal
da sua presença. Deve, contudo, acautelar-se a possibilidade de se tratar de um estorninho-preto, que imita
bem o canto do papa-figos.
Abundância e calendário
O papa-figos distribui-se de norte a sul e pode ser considerado
comum na metade interior do território e pouco comum na metade
ocidental.
É um visitante estival que chega bastante tarde ao nosso país: a
maioria dos machos faz-se ouvir a partir de finais de Abril ou início
de Maio e canta até ao princípio de Julho. Parte para África em
Agosto, sendo já raro a partir de Setembro
O macho adulto é fácil de identificar: cabeça e dorso amarelos, asas pretas e bico vermelho. A fêmea é mais
esverdeada e, quando em voo, pode confundir-se com o pica-pau-verde. Apesar de raramente pousar à
vista, o papa-figos faz ouvir com frequência o seu canto aflautado, sendo este muitas vezes o primeiro sinal
da sua presença. Deve, contudo, acautelar-se a possibilidade de se tratar de um estorninho-preto, que imita
bem o canto do papa-figos.
Abundância e calendário
O papa-figos distribui-se de norte a sul e pode ser considerado
comum na metade interior do território e pouco comum na metade
ocidental.
É um visitante estival que chega bastante tarde ao nosso país: a
maioria dos machos faz-se ouvir a partir de finais de Abril ou início
de Maio e canta até ao princípio de Julho. Parte para África em
Agosto, sendo já raro a partir de Setembro
BOM DIA, SOMBRIA
IDENTIFICAÇÃO E CARACTERÍSTICAS
A Sombria (Emberiza hortulana) é uma ave de dimensão média, apresentando um bico relativamente comprido. As patas e o bico são rosa-amarelados, mas o cúlmen direito é mais escuro. O anel orbital branco-amarelado é visível em todas as plumagens. O manto é castanho-acinzentado sendo muito riscado de cor escura e a listra malar escura sobre fundo amarelo-claro também são visíveis em praticamente todas as plumagens. Os flancos e o abdómen são de um castanho-alaranjado com excepção dos juvenis, sendo mais intensos nos machos em plumagem nupcial. A cabeça e a nuca são geralmente de uma mistura de cinzento com verde-azeitona e uropígio castanho acinzentado com riscas.
O chamamento é um “sli-e” quase dissilábico e metálico, mas também um “chu” curto e ligeiramente irregular. Ambos chamamentos são emitidos alternadamente com pequenas pausas. Emite outros chamamentos. O canto é constituído por um verso simples, num tom ressoante típico, mas com um registo repetido que muda a meio; pode soar como um eco do género “srü-srü-srü-srü-dru-dru-dru” sendo que as notas de eco são normalmente graves. Nas áreas montanhosas do Sul da Europa apresenta um canto ressoante na primeira parte, estando a segunda limitada a uma nota final prolongada e ligeiramente decrescente-“ srü-srü-srü-srü-chuuüy”.
segunda-feira, 7 de abril de 2014
OS ESCRAVOS PERDEM TUDO
Os escravos perdem tudo quando perdem as suas correntes até mesmo a alegria de se libertarem delas li algures e verifiquei isso quando ia às prisões, em trabalho.
Durante a reclusão, toda a gente quer sair, mas dias antes de sair e quando saem, a liberdade torna-se um fardo, quase insuportável de aguentar.
A liberdade é algo muito difícil de encarar.
Sermos livres, implica não sonhar com a liberdade, implica também o enfrentarmos os nossos fantasmas.
O momento do acordar, de enfrentar, é um momento bastante difícil.
Bem mais fácil é termos inimigos externos e lutarmos contra eles. Pessoas há que na ausência dum inimigo externo se viram contra si próprias.
O mundo está cheio de gente a saltitar à volta das suas fogueiras pessoais.
Toda a gente quer ser singular, não o sendo alardea-se a singularidade conhecendo-se o contrário.
A pergunta é: Que faço com a minha liberdade, para não fazer aquela outra, clássica, a liberdade existe?
Nós não temos com quem falar, independentemente de muitos falarem muito e com muita gente.
O futuro deixou de existir, a liberdade também, poder-se-ia dizer muito simplesmente.
Mas a minha resposta é: a liberdade deixa de existir quando o sonho que a sustenta acaba e recomeça quando voltamos a sonhar com ela.
Durante a reclusão, toda a gente quer sair, mas dias antes de sair e quando saem, a liberdade torna-se um fardo, quase insuportável de aguentar.
A liberdade é algo muito difícil de encarar.
Sermos livres, implica não sonhar com a liberdade, implica também o enfrentarmos os nossos fantasmas.
O momento do acordar, de enfrentar, é um momento bastante difícil.
Bem mais fácil é termos inimigos externos e lutarmos contra eles. Pessoas há que na ausência dum inimigo externo se viram contra si próprias.
O mundo está cheio de gente a saltitar à volta das suas fogueiras pessoais.
Toda a gente quer ser singular, não o sendo alardea-se a singularidade conhecendo-se o contrário.
A pergunta é: Que faço com a minha liberdade, para não fazer aquela outra, clássica, a liberdade existe?
Nós não temos com quem falar, independentemente de muitos falarem muito e com muita gente.
O futuro deixou de existir, a liberdade também, poder-se-ia dizer muito simplesmente.
Mas a minha resposta é: a liberdade deixa de existir quando o sonho que a sustenta acaba e recomeça quando voltamos a sonhar com ela.
BOM DIA, SEIXOEIRA
Identificação
Grande pilrito, de aspecto rechonchudo e compacto. Caracteriza-se pelo bico fino e pelas patas
esverdeadas. A plumagem de Inverno é essencialmente acinzentada, mas na Primavera os adultos
adquirem um tom cor-de-laranja, semelhante ao do pilrito-de-bico-comprido
Abundância e calendário
A seixoeira é pouco comum em Portugal e muitas observações dizem respeito a indivíduos isolados ou a
bandos de pequena dimensão, muitas vezes em associação com outros pilritos. A espécie ocorre no nosso
país como migradora de passagem e invernante e é geralmente pouco numerosa, mas em certos anos
podem ser vistos bandos com muitas centenas, especialmente na passagem migratória primaveril, com as
maiores concentrações a registarem-se na primeira quinzena de Maio. Os habitats de ocorrência desta
espécie são os estuários (nas passagens) e as praias rochosas (no Inverno).
Grande pilrito, de aspecto rechonchudo e compacto. Caracteriza-se pelo bico fino e pelas patas
esverdeadas. A plumagem de Inverno é essencialmente acinzentada, mas na Primavera os adultos
adquirem um tom cor-de-laranja, semelhante ao do pilrito-de-bico-comprido
Abundância e calendário
A seixoeira é pouco comum em Portugal e muitas observações dizem respeito a indivíduos isolados ou a
bandos de pequena dimensão, muitas vezes em associação com outros pilritos. A espécie ocorre no nosso
país como migradora de passagem e invernante e é geralmente pouco numerosa, mas em certos anos
podem ser vistos bandos com muitas centenas, especialmente na passagem migratória primaveril, com as
maiores concentrações a registarem-se na primeira quinzena de Maio. Os habitats de ocorrência desta
espécie são os estuários (nas passagens) e as praias rochosas (no Inverno).
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