Identificação
Ave marinha semelhante às restantes pardelas na forma, distinguindo-se pelo padrão uniformemente
castanho-escuro, apenas com manchas brancas largas na parte inferior das asas. É de maiores
dimensões que a pardela-balear, embora mais pequena que uma cagarra, plana sobre as ondas com
imensa facilidade, com muito poucos batimentos de asas.
Abundância e calendário
Podem ocorrer alguns picos de passagem entre final de Agosto e Outubro, mas no geral trata-se uma
espécie rara e pouco frequentemente observável a partir da costa. Em viagens pelágicas, a sua observação
durante a passagem migratória ocorre mais frequentemente que a partir de terra, ocorrendo normalmente
em pequenos números. Apenas alguns indivíduos permanecem ao largo da costa portuguesa fora do
período mencionado.
domingo, 27 de abril de 2014
sábado, 26 de abril de 2014
COMO SE RESOLVEM OS DIAS?
Levanto-me e se não tiver um compromisso urgente, penso: o que vou fazer?
Sim, a pesada mesa de carvalho que é preciso mudar de sítio, mas como? Quantas pessoas são precisas?
Há coisas que não dependem só de mim e reflito sobre esta questão.
Por muita minuciosa que se seja, por muito trabalho que dê à inteligência e à vontade, há coisas que apenas o colectivo resolve.
Precisamos sempre dos outros, mesmo os que são muito práticos.
Sendo assim é fácil perceber que somos apenas uma peça da engrenagem.
Terminarei este pensamento com rapidez para voltar a alguns outros que se vão cruzando.
Por vezes penso nessas frases que os ricaços produzem e na estupidez das suas ideias e sorrio, vindo-me à memória aquela outra frase que ouvia na Igreja em pequenina "bem aventurados os pobres de espírito que será deles o reino dos céus". Entendi sempre isto à letra e continuo com a ideia dos ricaços, gosto desta palavra, vem da minha velha infância que se junta a outra "eles não sabem o que dizem, perdoai-lhes Senhor".
São pensamentos longínquos mas que rememoro, ligando-os a rostos de políticos e banqueiros.
Como se sentiriam indefesos se não tivessem quem para eles trabalhasse.
Quando os trabalhadores fazem greve, pretendem mostrar isso entre outras coisas, por isso não gostam das greves os ricaços.
O povo mais humilde também não compreende esta frase tão simples e ao mesmo tempo tão profunda "sozinhos não somos nada". Conhecem a expressão e por isso se viram para Deus, escusando-se a entender a verdadeira dimensão do que julgam conhecer.
O que seria de um banqueiro sem os depositantes e sem os trabalhadores para organizar esses depósitos? Nada. Não seria nada, no entanto os pobres continuam a pensar que o luxo dos ricos é o seu principal alimento.
Todos gostam de ser importantes e se possível não pensar muito, porque se o fizessem lembrariam apenas que gostam de esquecer a realidade.
Ao contrário do que Jean Jacques-Rousseau me ensinou em pequenina, aprendi que as pessoas, duma maneira geral, são maldosas e têm ambição de poder e onde há ambição de poder não há amor, como o prova a tragédia de Macbeth.
Um cheiro de cedro abre-me os pulmões, altura para ficar por aqui.
Sim, a pesada mesa de carvalho que é preciso mudar de sítio, mas como? Quantas pessoas são precisas?
Há coisas que não dependem só de mim e reflito sobre esta questão.
Por muita minuciosa que se seja, por muito trabalho que dê à inteligência e à vontade, há coisas que apenas o colectivo resolve.
Precisamos sempre dos outros, mesmo os que são muito práticos.
Sendo assim é fácil perceber que somos apenas uma peça da engrenagem.
Terminarei este pensamento com rapidez para voltar a alguns outros que se vão cruzando.
Por vezes penso nessas frases que os ricaços produzem e na estupidez das suas ideias e sorrio, vindo-me à memória aquela outra frase que ouvia na Igreja em pequenina "bem aventurados os pobres de espírito que será deles o reino dos céus". Entendi sempre isto à letra e continuo com a ideia dos ricaços, gosto desta palavra, vem da minha velha infância que se junta a outra "eles não sabem o que dizem, perdoai-lhes Senhor".
São pensamentos longínquos mas que rememoro, ligando-os a rostos de políticos e banqueiros.
Como se sentiriam indefesos se não tivessem quem para eles trabalhasse.
Quando os trabalhadores fazem greve, pretendem mostrar isso entre outras coisas, por isso não gostam das greves os ricaços.
O povo mais humilde também não compreende esta frase tão simples e ao mesmo tempo tão profunda "sozinhos não somos nada". Conhecem a expressão e por isso se viram para Deus, escusando-se a entender a verdadeira dimensão do que julgam conhecer.
O que seria de um banqueiro sem os depositantes e sem os trabalhadores para organizar esses depósitos? Nada. Não seria nada, no entanto os pobres continuam a pensar que o luxo dos ricos é o seu principal alimento.
Todos gostam de ser importantes e se possível não pensar muito, porque se o fizessem lembrariam apenas que gostam de esquecer a realidade.
Ao contrário do que Jean Jacques-Rousseau me ensinou em pequenina, aprendi que as pessoas, duma maneira geral, são maldosas e têm ambição de poder e onde há ambição de poder não há amor, como o prova a tragédia de Macbeth.
Um cheiro de cedro abre-me os pulmões, altura para ficar por aqui.
BOM DIA, MERGULHÃO DE PESCOÇO-CASTANHO
Identificação
Pequeno mergulhão, que em plumagem de Inverno se assemelha bastante ao mergulhão-de-pescoço-preto. Distingue-se principalmente pela maior extensão do branco nas faces, pelo
pico na parte posterior da coroa e pela extremidade clara do bico
PS: cai tanta água que hoje só me lembro de Vossas Senhorias :)
Pequeno mergulhão, que em plumagem de Inverno se assemelha bastante ao mergulhão-de-pescoço-preto. Distingue-se principalmente pela maior extensão do branco nas faces, pelo
pico na parte posterior da coroa e pela extremidade clara do bico
PS: cai tanta água que hoje só me lembro de Vossas Senhorias :)
sexta-feira, 25 de abril de 2014
quinta-feira, 24 de abril de 2014
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