Tenho para mim que uma pessoa ingrata é uma pessoa imperfeita, mal acabada.
Pessoas que mantêm monólogos egocêntricos e que não vêem nada mais além dos aspectos lânguidos do quotidiano, dificilmente são de entender.
Há quem tenha uma certa ideia de agradecimento mas na realidade essa ideia é tão ténue, tão infíma que é quase como se não existisse.
Apagam-se a si mesmas ou serão demasiado tímidas?
Encontrarão um prazer especial em ser assim, em esconderem-se duma palavra a dizer ou será porque se encontram desamparadas?
A sua luz é imperceptível, de tão fraca. Ficam aquém, muito aquém do alumiar duma lamparina.
Devem ser atravessados(as) por cóleras íntimas nas suas vidas roídas.
O sentimento de ingratidão ultrapassa a minha compreensão, confesso.
quarta-feira, 30 de abril de 2014
BOM DIA ROLA-DO-MAR
Identificação
Límicola pequena, rechonchuda, de patas curtas e alaranjadas,
e com um padrão escamado, peito e barriga brancos. Possui
um babete preto bastante característico. A sua plumagem na
Primavera altera-se, passando a ostentar tonalidades
laranja-amareladas no dorso, bastante características.
Abundância e calendário
Invernante e migradora de passagem, pode no entanto ser
encontrada em todos os meses do ano.
A rola-do-mar é uma espécie comum no litoral português e é
facilmente encontrada em zonas com rochas expostas, onde é
localmente comum. Ocorre também nos principais estuários
dos rios portugueses, podendo ser vista em salinas ou zonas de
vasa.
Límicola pequena, rechonchuda, de patas curtas e alaranjadas,
e com um padrão escamado, peito e barriga brancos. Possui
um babete preto bastante característico. A sua plumagem na
Primavera altera-se, passando a ostentar tonalidades
laranja-amareladas no dorso, bastante características.
Abundância e calendário
Invernante e migradora de passagem, pode no entanto ser
encontrada em todos os meses do ano.
A rola-do-mar é uma espécie comum no litoral português e é
facilmente encontrada em zonas com rochas expostas, onde é
localmente comum. Ocorre também nos principais estuários
dos rios portugueses, podendo ser vista em salinas ou zonas de
vasa.
terça-feira, 29 de abril de 2014
BOM DIA, MARIQUITA- DE- MASCARILHA
Identificação
Os machos adultos apresentam uma máscara negras que se estende dos lados do pescoço através dos
olhos e na testa, que estão cercados acima com branco ou cinza. As fêmeas são semelhantes na
aparência, mas apresentam as partes inferiores mais pálidas e nao têm a máscara negra. Os imaturos
assemelham-se às fêmeas
Os machos adultos apresentam uma máscara negras que se estende dos lados do pescoço através dos
olhos e na testa, que estão cercados acima com branco ou cinza. As fêmeas são semelhantes na
aparência, mas apresentam as partes inferiores mais pálidas e nao têm a máscara negra. Os imaturos
assemelham-se às fêmeas
segunda-feira, 28 de abril de 2014
BOM DIA, MAÇARICO-MACULADO
Identificação
Este maçarico é muito semelhante ao maçarico-das-rochas, distinguindo-se desta última espécie pelas
patas amareladas, pela cauda relativamente mais curta e pela barra alar branca mais curta e restrita à parte
interior da asa.
Este maçarico é muito semelhante ao maçarico-das-rochas, distinguindo-se desta última espécie pelas
patas amareladas, pela cauda relativamente mais curta e pela barra alar branca mais curta e restrita à parte
interior da asa.
domingo, 27 de abril de 2014
INDIVIDUALISMO DE UMBIGO
A maioria dos jovens, dos nossos filhos, só pensa neles.
Tiveram tudo, demos-lhes tudo, nada lhes custou e hoje são gente caiada, azul, a olhar para o umbigo.
A compreensão de compreender é difícil encontrar, de uma forma geral.
Conheço jovens fantásticos, em especial os de aldeia, aquele que alguns da cidade costumam chamar de botas de elástico e atrasados, embora haja jovens citadinos fabulosos.
Tenho amigas que estão sós com os maridos doentes, os filhos aparecem sempre de visita.
A questão que coloco é: o que lhes ensinamos?
Não vou dizer mal e muito menos deitar abaixo a juventude actual, o que estou a dizer é que nós, enquanto pais e enquanto sociedade, que nós a nossa geração, errou. Errou na educação, fundamentalmente.
Espero confiante a evolução natural da espécie humana até que um dia percebam que amanhã são eles os velhos, aqueles que precisarão.
Faz multa falta a cultura, fazem muita falta os ideais. Há muita gente, gente demais a ficar satisfeita por respirar e sobreviver e ficam felizes sem o Saber.
Saber faz comichões.
Antes vivíamos de açaime e queríamos ser livres, agora há gente que faz tudo para o não ser. Talvez andemos todos a ver as coisas ao contrário, como se tivéssemos a cabeça no lugar dos pés
Tiveram tudo, demos-lhes tudo, nada lhes custou e hoje são gente caiada, azul, a olhar para o umbigo.
A compreensão de compreender é difícil encontrar, de uma forma geral.
Conheço jovens fantásticos, em especial os de aldeia, aquele que alguns da cidade costumam chamar de botas de elástico e atrasados, embora haja jovens citadinos fabulosos.
Tenho amigas que estão sós com os maridos doentes, os filhos aparecem sempre de visita.
A questão que coloco é: o que lhes ensinamos?
Não vou dizer mal e muito menos deitar abaixo a juventude actual, o que estou a dizer é que nós, enquanto pais e enquanto sociedade, que nós a nossa geração, errou. Errou na educação, fundamentalmente.
Espero confiante a evolução natural da espécie humana até que um dia percebam que amanhã são eles os velhos, aqueles que precisarão.
Faz multa falta a cultura, fazem muita falta os ideais. Há muita gente, gente demais a ficar satisfeita por respirar e sobreviver e ficam felizes sem o Saber.
Saber faz comichões.
Antes vivíamos de açaime e queríamos ser livres, agora há gente que faz tudo para o não ser. Talvez andemos todos a ver as coisas ao contrário, como se tivéssemos a cabeça no lugar dos pés
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