domingo, 25 de maio de 2014

VOTAR É A PALAVRA DE ORDEM

Andei anos a votar em branco.
Então porque mudei?
Cheguei à conclusão que, de facto, conforme a lei eleitoral está concebida, os votos nulos e brancos e a abstenção só interessam a quem ganha.
Não quero que a direita ganhe, não quero que seja premiado quem nos tem governado tão mal, por isso decidi votar.
Voto não porque esteja a favor do Euro ou do BCE que é quem nos governa. Voto por ser contra, voto porque quero o escudo de volta mas sei que é difícil sairmos desta engrenagem, enquanto não sairmos devemos dizer que não queremos o que  está  e, por isso o meu voto vai para a Marisa Matias, não porque seja do BE, não sou, não tenho partido há muito tempo, mas apenas porque ela tem feito bom trabalho e merece o meu voto.
Há que contrariar a direcção de direita e extrema-direita que se encontra a dirigir os destinos da Europa, há que dizer não a estas políticas que apenas favorecem a Alemanha e os países ricos, sendo que os pobres apenas contribuem para os ricos ficarem mais ricos.
NÃO!
BASTA!
NÃO QUERO ISTO
POR ISSO VOU VOTAR.
Sou uma gota de água, mas a gota de água às vezes faz transbordar o copo.

BOM DIA, LUGRE

Identificação

A plumagem é preta e amarela, sendo o
bico cónico, característico das aves
granívoras. No caso dos machos, é visível
a coroa preta, que se estende até à testa; a
fêmea é menos contrastada; ambos os
sexos apresentam na asa uma risca
amarela orlada de preto.


Abundância e calendário

O lugre é um invernante que surge em números muito variáveis de ano para ano: em certos anos (por vezes
chamados “anos de lugres”) a espécie é muito abundante, enquanto que noutros é particularmente escassa.
Surge muitas vezes em bandos numerosos, que podem juntar dezenas ou mesmo centenas de aves.
Frequenta zonas de folhosas, desde parques até matas ripícolas. Observa-se de meados de Outubro a
meados de Abril

sábado, 24 de maio de 2014

BOM DIA, ESCREVEDEIRA-AMARELA

Identificação

O macho desta espécie ostenta uma particular coloração
amarela, nomeadamente na cabeça, que o torna bastante
conspícua. Já a fêmea apresenta uma coloração mais
consentânea com as restantes escrevedeiras, distinguindo-se
pelo padrão das faces e pelas pintas amareladas na cabeça e
na garganta.



Abundância e calendário

Pouco comum e de distribuição bastante reduzida, trata-se de
uma escrevedeira residente podendo ser encontrada durante
todo o ano, sobretudo associada a zonas de lameiros e prados
de altitude, no extremo norte do país. Embora seja geralmente
uma espécie residente, em Portugal a escrevedeira-amarela
apenas está presente nas zonas de nidificação durante a época
de reprodução, desconhecendo-se para onde se desloca na
época fria.






sexta-feira, 23 de maio de 2014

para quem queira ter passarinhos na varanda ou no quintal


BOM DIA, TORCICOLO

Identificação

Pequena ave da família dos pica-paus. A plumagem castanha e cinzenta tem um aspecto críptico, tornando
esta ave difícil de detectar, especialmente quando pousada nos troncos das árvores. O canto característico
que o torcicolo emite na Primavera é o principal meio de detecção desta espécie.


Abundância e calendário

Pouco comum mas não raro, o torcicolo distribui-se de forma
esparsa pelo território nacional. Localmente, como em certas
zonas do nordeste, pode ser bastante comum. É uma ave
principalmente estival, que está presente entre nós de Abril a
Outubro, embora ocasionalmente se observe no Inverno, no sul do
país. Mas é nos meses de Abril e Maio que o torcicolo é mais fácil
de observar, devido à maior actividade vocal nessa época do ano.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

BOM DIA, RABIRRUIVO- DETESTA-BRANCA

Identificação

Do mesmo tamanho que o rabirruivo-preto. Os machos distinguem-se facilmente pelas partes inferiores
avermelhadas, contrastando com as faces pretas e a testa branca. A fêmea é mais acinzentada, com tons
mais claros que a fêmea de
rabirruivo-preto.

Abundância e calendário

As dificuldades de observação do rabirruivo-de-testa-branca em
meio florestal denso contribuem para transmitir uma impressão de
escassez. Contudo, este rabirruivo é relativamente comum
nalgumas zonas, particularmente no Alentejo. Pode ser visto em
zonas de sobreiros, carvalhos e, principalmente, castanheiros. Em
certas zonas da Beira interior ocorre também em aldeias. É uma
espécie estival, que aparece geralmente em finais de Março e está
presente no território até Setembro, havendo ainda passagem em
Outubro.