domingo, 9 de novembro de 2014
OS SONHOS, ESSES DESCONHECIDOS
Acordei dum sonho em que o Paulo Portas, de avental, nos servia, a mim e a uns amigos em casa dum deles.
Tinha havido um contrato entre esse amigo e o governo para nos servirem durante um ano, isto porque o meu amigo tinha encontrado o PP e este lhe tinha feito a proposta de prestar serviço à comunidade, com a cláusula expressa de vir munido do seu avental que considera uma espécie de amuleto.
Num outro sonho fiz o diagnóstico clínico duma criança, ponto por ponto..
Num outro, encontrei uma pessoa que que já não vejo há cerca de 3 anos e que me diz, duma forma que considerei inaudita - "Então acreditas em mim. Que sorte eu tenho por seres tão magnânima".
Fiquei estupefacta com este encontro e a frase causou-me uma sensação indefinível.
A diferença que existe entre os sonhos e os pensamentos é um oceano.
Os pensamentos acompanham-nos dum lado para o outro sem parar, os sonhos são intensos e prontos a servir. Passados segundos, esquecemo-nos deles, a não ser que se tenha um caderno para logo que se acorde os relatar para o papel e mesmo assim é difícil lembrar. Ficamos apenas com retalhos desse sonho.
Todos nós temos duas vidas pelo menos, a real e a onírica e ambas se confundem porque se interceptam.
As duas porém têm um denominador comum, são só nossas, ninguém nos pode tirar o que vivemos, à excepção da memória ou a ausência dela, melhor dizendo.
Hoje, estou com pele pálida de gardénia, não é um sonho se calhar é a luz do candeeiro da secretária, já que o luar não está a escorrer pelas mãos e braços.
Mas como não está longe o pensamento do sonho desta noite (ontem, já que só hoje o coloquei aqui), o Paulo Portas a servir-me o meu prato preferido e eu muito compreensiva a dizer-lhe que devia tirar um curso profissional para ser mais bem visto pela Merkel e servir-me duma forma mais eficaz.
Ele espumava raiva pelos olhos mas agradecia-me com uma vênia a sugestão.
O sonho foi premonitório. O meu amigo serviu-me arroz de pato, um dos meus pratos preferidos.
Tinha havido um contrato entre esse amigo e o governo para nos servirem durante um ano, isto porque o meu amigo tinha encontrado o PP e este lhe tinha feito a proposta de prestar serviço à comunidade, com a cláusula expressa de vir munido do seu avental que considera uma espécie de amuleto.
Num outro sonho fiz o diagnóstico clínico duma criança, ponto por ponto..
Num outro, encontrei uma pessoa que que já não vejo há cerca de 3 anos e que me diz, duma forma que considerei inaudita - "Então acreditas em mim. Que sorte eu tenho por seres tão magnânima".
Fiquei estupefacta com este encontro e a frase causou-me uma sensação indefinível.
A diferença que existe entre os sonhos e os pensamentos é um oceano.
Os pensamentos acompanham-nos dum lado para o outro sem parar, os sonhos são intensos e prontos a servir. Passados segundos, esquecemo-nos deles, a não ser que se tenha um caderno para logo que se acorde os relatar para o papel e mesmo assim é difícil lembrar. Ficamos apenas com retalhos desse sonho.
Todos nós temos duas vidas pelo menos, a real e a onírica e ambas se confundem porque se interceptam.
As duas porém têm um denominador comum, são só nossas, ninguém nos pode tirar o que vivemos, à excepção da memória ou a ausência dela, melhor dizendo.
Hoje, estou com pele pálida de gardénia, não é um sonho se calhar é a luz do candeeiro da secretária, já que o luar não está a escorrer pelas mãos e braços.
Mas como não está longe o pensamento do sonho desta noite (ontem, já que só hoje o coloquei aqui), o Paulo Portas a servir-me o meu prato preferido e eu muito compreensiva a dizer-lhe que devia tirar um curso profissional para ser mais bem visto pela Merkel e servir-me duma forma mais eficaz.
Ele espumava raiva pelos olhos mas agradecia-me com uma vênia a sugestão.
O sonho foi premonitório. O meu amigo serviu-me arroz de pato, um dos meus pratos preferidos.
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
terça-feira, 4 de novembro de 2014
OS MILHARES
São milhares as pessoas que cruzam connosco nas ruas sem as vermos.
São milhares e milhares e milhares de milhares as palavras que proferimos.
Milhares são os pensamentos que produzimos.
São milhares os pormenores em que nos fixamos, muitas e muitas vezes os mesmos.
São milhares os fios produzidos pelo tempo, que se confundem, que se emaranham.
São milhares as frases estúpidas que proferimos.
São milhares as esperanças que depositamos.
São milhares os pontos de referência que se perdem.
Pensamos muitas vezes que o tempo não deu por terminado o seu trabalho de destruição e que ainda haverá encontros.
São milhares e milhares e milhares de milhares as palavras que proferimos.
Milhares são os pensamentos que produzimos.
São milhares os pormenores em que nos fixamos, muitas e muitas vezes os mesmos.
São milhares os fios produzidos pelo tempo, que se confundem, que se emaranham.
São milhares as frases estúpidas que proferimos.
São milhares as esperanças que depositamos.
São milhares os pontos de referência que se perdem.
Pensamos muitas vezes que o tempo não deu por terminado o seu trabalho de destruição e que ainda haverá encontros.
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
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