domingo, 30 de novembro de 2014
NEVOEIRO PROFUNDO
opiniões formuladas por mim há muito:
MARCELO REBELO DE SOUSA - homem livre, desordenador do comentário sério.
RICARDO ESPÍRITO SANTO & outros banqueiros similares - assassinos medíocres que armazenam impressões digitais ou matam nos descampados, nas escadas escuras onde toda a gente se esconde, nos parques de estacionamento que cheiram a mijo.
HENRIQUE MEDINA CARREIRA - mestre de cerimónias que distribui convites a torto e a direito para violar a ditadura dos vendedores de tuppwares.
PAULO PORTAS - o maior e consagrado vendedor do país a retalho, sem relógio afectivo por Portugal. Trabalhador esforçado que tem visto as suas comissões a aumentar.
Um homem em que o passado prescreve todos os dias.
CAVACO SILVA-um filho da puta nascido no séc. XVI, nessa altura era um filho da puta com a mania da grandeza, agora é mesmo só um filho da puta. Recentemente abandonou a empresa Oliveira e Costa onde ganhou bom dinheiro e associou-se à empresa de Paulo Portas "Vender Portugal rapidamente e em força", de enorme sucesso diga-se em abono da verdade.
PEDRO PASSOS COELHO- um homem que perdeu a memória rapidamente, não deixando de ser um titereiro. Quando retrogradar, se esse capricho mundanal ocorrer um dia nunca se reconhecerá e vai dizer que o mundo anda sem rumo e que ele nasceu para salvar Portugal.
José Sócrates - a ser verdade que tem um carro que custa 95 mil euros, está tudo dito.
e poderia continuar a mencionar figuras, figurinhas e figurões desta União Sagrada do poder que nos tem adentrado, violado vezes sem conta, mas vou sair, apanhar ar, um benefício que ainda não está tributado.
MARCELO REBELO DE SOUSA - homem livre, desordenador do comentário sério.
RICARDO ESPÍRITO SANTO & outros banqueiros similares - assassinos medíocres que armazenam impressões digitais ou matam nos descampados, nas escadas escuras onde toda a gente se esconde, nos parques de estacionamento que cheiram a mijo.
HENRIQUE MEDINA CARREIRA - mestre de cerimónias que distribui convites a torto e a direito para violar a ditadura dos vendedores de tuppwares.
PAULO PORTAS - o maior e consagrado vendedor do país a retalho, sem relógio afectivo por Portugal. Trabalhador esforçado que tem visto as suas comissões a aumentar.
Um homem em que o passado prescreve todos os dias.
CAVACO SILVA-um filho da puta nascido no séc. XVI, nessa altura era um filho da puta com a mania da grandeza, agora é mesmo só um filho da puta. Recentemente abandonou a empresa Oliveira e Costa onde ganhou bom dinheiro e associou-se à empresa de Paulo Portas "Vender Portugal rapidamente e em força", de enorme sucesso diga-se em abono da verdade.
PEDRO PASSOS COELHO- um homem que perdeu a memória rapidamente, não deixando de ser um titereiro. Quando retrogradar, se esse capricho mundanal ocorrer um dia nunca se reconhecerá e vai dizer que o mundo anda sem rumo e que ele nasceu para salvar Portugal.
José Sócrates - a ser verdade que tem um carro que custa 95 mil euros, está tudo dito.
e poderia continuar a mencionar figuras, figurinhas e figurões desta União Sagrada do poder que nos tem adentrado, violado vezes sem conta, mas vou sair, apanhar ar, um benefício que ainda não está tributado.
sábado, 29 de novembro de 2014
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
de AMADEU BAPTISTA
SONETO EXPOSTO
Os desengonçados trânsitos cavernícolas....
A eterna crise com os dentes afiados.
Um país de paisagens marítimas e vinícolas,
em que uns são filhos e outros enteados.
Os desengonçados trânsitos cavernícolas....
A eterna crise com os dentes afiados.
Um país de paisagens marítimas e vinícolas,
em que uns são filhos e outros enteados.
O recorte da serra na distância.
Os pardais semoventes sobre as praças.
Alguns homens sombrios com a ânsia
de não serem roídos pelas traças.
O redil organizado como um caos.
Uns quantos menos bons e outros muito maus.
Uma planície, uma cidade, um chaparral.
E em volta disto o mar, sempre indiferente
do que queira ou não queira a sua gente.
E fica no soneto exposto Portugal.
© Amadeu Baptista
Os pardais semoventes sobre as praças.
Alguns homens sombrios com a ânsia
de não serem roídos pelas traças.
O redil organizado como um caos.
Uns quantos menos bons e outros muito maus.
Uma planície, uma cidade, um chaparral.
E em volta disto o mar, sempre indiferente
do que queira ou não queira a sua gente.
E fica no soneto exposto Portugal.
© Amadeu Baptista
Subscrever:
Mensagens (Atom)