terça-feira, 4 de agosto de 2015
segunda-feira, 3 de agosto de 2015
PERTENÇAM A UMA ASSOCIAÇÃO, SENÃO ESTÃO TRAMADOS
Que frase feia e despropositada.
A Associação é que devia estar mais pequena sem vós.
Ora aí está um raciocínio que nos devia acompanhar na vida.
Juntos conseguimos muito mais que sós.
No tempo das artes e ofícios havia as guildas, lembrei-me ao passar pela Rua dos Caldeireiros.
Hoje só vejo letreiros de associações de futebol e outras relativas ao desporto, não querendo dizer que não haja muitas mais.
Os empresários, por exemplo, estão sempre organizados, só assim se constituem um lobby para o poder.
Respiro fundo: que tem isto a ver com liberdade?
Há quem diga que sim.
Como ninguém me fala daí e nunca gostei de ensinar embora goste muito de aprender, vá-se lá saber como resolvo este paradoxo.
Aqui fico eu a reflectir até ao próximo pensamento que será sobre arte, tenho a certeza, haja tormenta ou mar agitado.
A Associação é que devia estar mais pequena sem vós.
Ora aí está um raciocínio que nos devia acompanhar na vida.
Juntos conseguimos muito mais que sós.
No tempo das artes e ofícios havia as guildas, lembrei-me ao passar pela Rua dos Caldeireiros.
Hoje só vejo letreiros de associações de futebol e outras relativas ao desporto, não querendo dizer que não haja muitas mais.
Os empresários, por exemplo, estão sempre organizados, só assim se constituem um lobby para o poder.
Respiro fundo: que tem isto a ver com liberdade?
Há quem diga que sim.
Como ninguém me fala daí e nunca gostei de ensinar embora goste muito de aprender, vá-se lá saber como resolvo este paradoxo.
Aqui fico eu a reflectir até ao próximo pensamento que será sobre arte, tenho a certeza, haja tormenta ou mar agitado.
domingo, 2 de agosto de 2015
SERÁ QUE SE JULGAM DEUS OU COZINHEIROS?
Um deus triúnico composto por PSD/CDS/PS ou três desejos?
Estes interesses vorazes devoram e apanham tudo, à excepção dos ricos e muito ricos de quem se encontram ao serviço, parece a peste de outras épocas em que arrebatava tudo e todos à sua passagem.
A campanha eleitoral começou com modinhas e palavras dispersas pelo vento e ditos para embalar.
Ó vale de lágrimas! Só vejo patos depenados por todo o lado.
Ocuparam-nos, somos um país ocupado com os cozinheiros do regime a oferecerem-nos miudezas cozidas, pescoço, coração, estômago e asas com legumes cortados, embrulhados num molho escuro e acre.
Com ar de bajuladores da corte todos nos apresentam o mesmo prato de múdos de frango, embora alguns nos sirvam caldos de galinha antes.
Administram-se todos muito bem mas a fila para a sopa dos pobres continua a aumentar.
E continuam estes mestres cozinheiros a fazer citações do espólio literário da melhor cozinha dos miúdos de frango.
Enquanto todos falam apenas vejo o colar de âmbar da Merkel e os olhos alienados do seu alienígeno ministro das Finanças, que resolve seguir Hitler modernizando-o e dando-lhe a roupagem das finanças e economia.
Há mesmo, externa e internamente, quem queira introduzir na sopa dos pobres a cicuta, como o apregoam alguns chefes de estado europeus, falando de pragas de migrantes que fogem duma guerra que eles ajudaram a construir.
O tom europeu é desde o início o tom da superioridade de quem tudo sabe e por isso mesmo, apesar das suas afirmações categóricas, diferentes dumas vezes para as outras, na sua tagarelice nasalada, falando do cimo da sua sobranceria de vencimentos demasiado elevados, levando-os a nem questionarem o fim desta Europa.
Alguns(mas) há, que introduzem ainda modos paternais/maternais à mistura.
Toda esta gente padece dum miserável linguajar e mais não fazem que designar o absolutamente dispensável.
Estes interesses vorazes devoram e apanham tudo, à excepção dos ricos e muito ricos de quem se encontram ao serviço, parece a peste de outras épocas em que arrebatava tudo e todos à sua passagem.
A campanha eleitoral começou com modinhas e palavras dispersas pelo vento e ditos para embalar.
Ó vale de lágrimas! Só vejo patos depenados por todo o lado.
Ocuparam-nos, somos um país ocupado com os cozinheiros do regime a oferecerem-nos miudezas cozidas, pescoço, coração, estômago e asas com legumes cortados, embrulhados num molho escuro e acre.
Com ar de bajuladores da corte todos nos apresentam o mesmo prato de múdos de frango, embora alguns nos sirvam caldos de galinha antes.
Administram-se todos muito bem mas a fila para a sopa dos pobres continua a aumentar.
E continuam estes mestres cozinheiros a fazer citações do espólio literário da melhor cozinha dos miúdos de frango.
Enquanto todos falam apenas vejo o colar de âmbar da Merkel e os olhos alienados do seu alienígeno ministro das Finanças, que resolve seguir Hitler modernizando-o e dando-lhe a roupagem das finanças e economia.
Há mesmo, externa e internamente, quem queira introduzir na sopa dos pobres a cicuta, como o apregoam alguns chefes de estado europeus, falando de pragas de migrantes que fogem duma guerra que eles ajudaram a construir.
O tom europeu é desde o início o tom da superioridade de quem tudo sabe e por isso mesmo, apesar das suas afirmações categóricas, diferentes dumas vezes para as outras, na sua tagarelice nasalada, falando do cimo da sua sobranceria de vencimentos demasiado elevados, levando-os a nem questionarem o fim desta Europa.
Alguns(mas) há, que introduzem ainda modos paternais/maternais à mistura.
Toda esta gente padece dum miserável linguajar e mais não fazem que designar o absolutamente dispensável.
sábado, 1 de agosto de 2015
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