Gostara eu de ser escritora/poeta.
As coisas como são escapam-me ao entendimento, por isso poderia compreendê-las através da poética, duma forma imaginada.
terça-feira, 11 de agosto de 2015
segunda-feira, 10 de agosto de 2015
A INVEJA
A inveja é um sentimento doméstico e ao contrário da admiração que vence todas as fronteiras e todas as épocas.
Todos nós temos um rebanho de sentimentos que se tresmalham muitas vezes.
Meter na ordem estes sentimentos não é pêra doce.
sábado, 8 de agosto de 2015
QUERO
Há pessoas que fazem os possíveis e até os impossíveis por se parecerem com todos os anúncios que veem.
A leviandade a proferir palavras, sentenças de morte sobre coisas sérias, profundas, como se de amendoins se tratasse, refiro-me aos números do desemprego, mas podia referir-me a tantas outras coisas que afectam a vida das pessoas duma forma, às vezes, fatal. Ontem, ouvi técnicos do IEFP a falarem, na televisão, sobre a forma como chegaram aos tais números do desemprego por volta dos 12%, consoante as semanas, sabendo nós que a verdade deve rondar quase os 40%, tinham perfeitamente um aspecto técnico-burlesco.
Tenho uma mágoa ardente que persiste dentro de mim: este país dói-me, a Europa dói-me, o mundo dói-me.
Por isso cada vez mais me quero nas coisas banais, nas coisas simples sem mais.
Acontece que nós, os que intelectualizamos o sofrimento humano, é-nos proibido ser simples, mas podemos, pelo menos, não o ignorar e lutar por aqueles que sofrem pacificamente vencidos.
Até morrer, quero que as gotas da chuva que perlam as ervas me façam o mesmo.
A leviandade a proferir palavras, sentenças de morte sobre coisas sérias, profundas, como se de amendoins se tratasse, refiro-me aos números do desemprego, mas podia referir-me a tantas outras coisas que afectam a vida das pessoas duma forma, às vezes, fatal. Ontem, ouvi técnicos do IEFP a falarem, na televisão, sobre a forma como chegaram aos tais números do desemprego por volta dos 12%, consoante as semanas, sabendo nós que a verdade deve rondar quase os 40%, tinham perfeitamente um aspecto técnico-burlesco.
Tenho uma mágoa ardente que persiste dentro de mim: este país dói-me, a Europa dói-me, o mundo dói-me.
Por isso cada vez mais me quero nas coisas banais, nas coisas simples sem mais.
Acontece que nós, os que intelectualizamos o sofrimento humano, é-nos proibido ser simples, mas podemos, pelo menos, não o ignorar e lutar por aqueles que sofrem pacificamente vencidos.
Até morrer, quero que as gotas da chuva que perlam as ervas me façam o mesmo.
sexta-feira, 7 de agosto de 2015
O QUE EU SINTO AGORA
Agora o que sinto mesmo é uma necessidade de espairecer, de sair não digo de casa, de mim própria, é isso de mim própria.
como se fosse possível...
como se fosse possível...
Subscrever:
Mensagens (Atom)