terça-feira, 18 de agosto de 2015
segunda-feira, 17 de agosto de 2015
O DRAMA DOS HOMENS
A América com a sua indústria da guerra e a Europa capitalista e seguidista destruíram países c que hoje estão em guerra civil.
Os povos ao fugirem das guerras encontram, muitas vezes, a morte no Mediterrâneo.
Os dirigentes europeus, ditos civilizados, o que fazem? Muros.
Os mesmos que fazem a guerra agora armam-se em servos do Senhor, fazendo uma colheita.
Milhares e milhares de migrantes em bandos procuram terra doce que os acolha e, se não morrerem, apenas encontram sombras cerradas e muros.
Uma falta de amparo completo.
Encontram o nada.
Esta gente que foge à morte deve ter dentro de si uma gritaria de palavras que não saem.
Sinto um vazio dentro de mim feito de tanta impotência.
Não são apenas estas pessoas que buscam a sobrevivência, iguaizinhas a nós, independentemente da cor, do país em que nasceram, de tudo que precisam de ser salvas, nós todos precisamos de salvação urgente. Estamos a desintegrar-nos.
Os inimigos maiores destes dirigentes que fazem as guerras são eles próprios, enclausurados na sua pequenez e regularidade opressivas.
Tornamo-nos todos os náufragos da história, não são só os que morrem naquele mar da fuga.
Os povos ao fugirem das guerras encontram, muitas vezes, a morte no Mediterrâneo.
Os dirigentes europeus, ditos civilizados, o que fazem? Muros.
Os mesmos que fazem a guerra agora armam-se em servos do Senhor, fazendo uma colheita.
Milhares e milhares de migrantes em bandos procuram terra doce que os acolha e, se não morrerem, apenas encontram sombras cerradas e muros.
Uma falta de amparo completo.
Encontram o nada.
Esta gente que foge à morte deve ter dentro de si uma gritaria de palavras que não saem.
Sinto um vazio dentro de mim feito de tanta impotência.
Não são apenas estas pessoas que buscam a sobrevivência, iguaizinhas a nós, independentemente da cor, do país em que nasceram, de tudo que precisam de ser salvas, nós todos precisamos de salvação urgente. Estamos a desintegrar-nos.
Os inimigos maiores destes dirigentes que fazem as guerras são eles próprios, enclausurados na sua pequenez e regularidade opressivas.
Tornamo-nos todos os náufragos da história, não são só os que morrem naquele mar da fuga.
domingo, 16 de agosto de 2015
CRÓNICA SOBRE GATOS COM GENTE
Entre o que acontece nos cios e o que se conta depois, desde que o mundo é mundo, há sempre uma certa diferença, mas na vida dos gatos pouco importa se os donos dormem ou não.
Cá em casa, esta madrugada, foi um filme com vários argumentos ou alguns argumentos para um só filme.
Romance de cavalaria também seria um bom título.
Acontece que todos no soninho do senhor, não naquele território de fronteira, quando se está a adormecer em que ainda sabemos quem somos ou julgamos saber, mas em que já não conseguimos abrir os olhos isso foi depois, a gata miava, gemia melhor dizendo, gritava desesperadamente.
Pensei de imediato: voltou tudo ao princípio, mas não, era um gatarrão da vizinhança que andava às gatas e queria levar a menina para a cama depois de a trocar por outra e desaparecer.
Arrogante introduziu-se cá em casa.
Veio-lhe aquelas vontades imensas de mergulhar dentro da minha gata e saltou pela janela da casa de banho que se encontrava entreaberta.
Pronto, foi assim, uma noite povoada de personagens e gritos insólitos.
A Nini, que até leva uma vida honesta, fugia dum gato, tipo gatarrão, que a veio 'visitar' sem pré-aviso.
Gato amarelo, bem treinado, sem acesso a computador, com educação liberal, introduz-se por qualquer poro da casa não tecendo loas à moral.
Com sono ainda pensei ou julgo ter pensado - que pena os gatos não terem computador, se esta possibilidade estivesse ao seu alcance, por certo que quando desesperados, mediariam os seus ímpetos sentados à mesa do computador.
Cá em casa, esta madrugada, foi um filme com vários argumentos ou alguns argumentos para um só filme.
Romance de cavalaria também seria um bom título.
Acontece que todos no soninho do senhor, não naquele território de fronteira, quando se está a adormecer em que ainda sabemos quem somos ou julgamos saber, mas em que já não conseguimos abrir os olhos isso foi depois, a gata miava, gemia melhor dizendo, gritava desesperadamente.
Pensei de imediato: voltou tudo ao princípio, mas não, era um gatarrão da vizinhança que andava às gatas e queria levar a menina para a cama depois de a trocar por outra e desaparecer.
Arrogante introduziu-se cá em casa.
Veio-lhe aquelas vontades imensas de mergulhar dentro da minha gata e saltou pela janela da casa de banho que se encontrava entreaberta.
Pronto, foi assim, uma noite povoada de personagens e gritos insólitos.
A Nini, que até leva uma vida honesta, fugia dum gato, tipo gatarrão, que a veio 'visitar' sem pré-aviso.
Gato amarelo, bem treinado, sem acesso a computador, com educação liberal, introduz-se por qualquer poro da casa não tecendo loas à moral.
Com sono ainda pensei ou julgo ter pensado - que pena os gatos não terem computador, se esta possibilidade estivesse ao seu alcance, por certo que quando desesperados, mediariam os seus ímpetos sentados à mesa do computador.
sábado, 15 de agosto de 2015
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