domingo, 6 de dezembro de 2015

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

O QUE SE NOS APRESENTA COMO VERDADE

Há histórias vividas.
Há histórias que esquecemos.
Há histórias que lembramos.
Há histórias que se nos apresentam como verdadeiras e quase épicas.
A nossa ausência de memória de quando em vez desafia a nossa criatividade e questiona-nos..
Assim, as enormes contradições produzidas no enclave entre o conflito do vivido e da ausência da memória daquilo que vivemos.
Às vezes há mesmo criação de verdadeiros curto-circuitos ente o facto vivido e a percepção do mesmo por intecepção da memória.
Quando verbalizamos os factos vividos e como a palavra subverte as imagens que nos restam desses factos, o seu significado é transformado criando duplas vivências nalguns casos.
Que registo nos conta a verdade?
O vivido e experienciado ou a percepção que nos vai ficando dele?
Nada é linear e muito menos a memória com as suas sete fases.
Os factos vividos por sua vez, estão enquadrados em épocas das nossas vidas bem delineadas. A percepção que temos sobre eles ao longo do tempo que os vivemos vão-se quase institucionalizando" e passam a ser repetidas automaticamente.
Porque nos esquecemos de certos factos, porque a nossa memória resiste a mudar certas percepções?
Aqui fica matéria para reflexão.

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

A CARIDADE

















































UMA PEQUENA HISTÓRIA VERDADEIRA


Detroit  a cidade americana que em 2008 anunciou falência pela depressão em que mergulhou, atingida pelo desemprego e penhoras imobiliárias.
Detroit era considerada a capital do automóvel. A Ford instalada na cidade e utilizando a sua mão de  obra, resolveu deslocalizar muitas fábricas, sendo uma das grandes responsáveis pela situação de pobreza da cidade, no entanto em 2012 resolveu igualmente atribuir um donativo de 10 milhões de dólares (8 milhões de euros) ao centro comunitário num bairro pobre do Sudoeste da cidade.
As grandes fortunas mobilizam-se nos Estados Unidos desde a viragem do século XX para darem uma generosa imagem de si próprios e legitimar a sua opulência. Os ricos constroem fundações, criam bibliotecas, escolas, dedicando-se a aliviar temporariamente a infelicidade dos pobres, mas já o presidente Theodore Roosevelt denuncia os "representantes da riqueza predadora" que através de donativos a universidades influenciam  no seu próprio interesse os dirigentes de certas instituições educativas". Os trabalhadores desconfiam destes filantropos generosos em relação à arte,  saúde ou ciência mas brutais nas suas empresas.
Nos Estados Unidos, o caso de Bill Gates, para falar de apenas um e mais conhecido, doou pelo menos metade da sua fortuna, em parte adquirida graças a técnicas de optimização que permite escapar aos impostos.
Também esta caridade que se revela contra o Estado já chegou a Portugal e verifica-se por exemplo, na Fundação Manuel dos Santos do Grupo Jerónimo Martins, para só falar deste milionário que deslocaliza a sede dos seus negócios de mercearia para não pagar impostos no seu país e paga mal aos empregados..





































domingo, 22 de novembro de 2015

A SITUAÇÃO

Uma enorme parte do orçamento de Estado é canalizada para a dívida pública, para o pagamento dos juros, cada vez menos os recursos disponíveis são menores. Uma grande parte dos rendimentos que se geram é para pagar aos credores externos. As taxas de juro são elevadíssimas porque a dívida é medonha e com tendência sempre a aumentar, são muito maiores que noutros países.
Esta é a realidade. As estratégias de direita e de esquerda é que são diferentes