segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
domingo, 14 de fevereiro de 2016
REPARTA COMIGO A CULPA DO SILÊNCIO
A frase não é minha mas aplica-se neste contexto.
Há muitos amigos que se vão perdendo pelo caminho.
Os íntimos sentimentos e ideias são interrompidas como que de repente.
Às vezes aflora-me um desalento dessas perdas e a tendência é para atribuir aos outros a responsabilidade dessas interrupções.
E lembro-me duma frase de Puvis de Chavannes: Il y a une chose plus belle que les belles choses se sont les ruines des belles choses.
E penso num amigo que me diz quando faço citações: pronto, estás muito queixosa hoje.
Há muitos amigos que se vão perdendo pelo caminho.
Os íntimos sentimentos e ideias são interrompidas como que de repente.
Às vezes aflora-me um desalento dessas perdas e a tendência é para atribuir aos outros a responsabilidade dessas interrupções.
E lembro-me duma frase de Puvis de Chavannes: Il y a une chose plus belle que les belles choses se sont les ruines des belles choses.
E penso num amigo que me diz quando faço citações: pronto, estás muito queixosa hoje.
sábado, 13 de fevereiro de 2016
APANHASTE-ME DESPREVENIDA MANINHA
esse telemóvel não presta, eu sou mais bonita, mas pronto aqui a tens conforme a tiraste. prometido é devido :)
Ao menos não te esqueceste que se chama metrosídero. parabéns!
Ao menos não te esqueceste que se chama metrosídero. parabéns!
PRECISO QUE ME EXPLIQUEM
Sou adulta e muito pouco percebo de tudo.
Tinham-me garantido que quando fosse grande eu iria entender e afinal não entendo.
Expliquem-me ao menos porquê.
De que vale todo o mundo se não nos auxilia?
Às vezes fica um soluço dentro de mim com aquilo que se calam, com aquilo que não conversam.
Vemos as pessoas, imaginamos o que possam ser, mas nunca sabemos quem são de verdade.
Claro que nos vingamos bem, também não sabem o que somos, embora imaginem e até profiram sentenças.
Às vezes de tão íntimos parecemos estranhos uns com os outros e quando não falamos há muito tempo já não temos nada para dizer.
Fazem-nos perguntas, respondemos, não nos ouvem.
Fazem perguntas, não respondemos, então dizem-nos, não é nada disso.
Tinham-me garantido que quando fosse grande eu iria entender e afinal não entendo.
Expliquem-me ao menos porquê.
De que vale todo o mundo se não nos auxilia?
Às vezes fica um soluço dentro de mim com aquilo que se calam, com aquilo que não conversam.
Vemos as pessoas, imaginamos o que possam ser, mas nunca sabemos quem são de verdade.
Claro que nos vingamos bem, também não sabem o que somos, embora imaginem e até profiram sentenças.
Às vezes de tão íntimos parecemos estranhos uns com os outros e quando não falamos há muito tempo já não temos nada para dizer.
Fazem-nos perguntas, respondemos, não nos ouvem.
Fazem perguntas, não respondemos, então dizem-nos, não é nada disso.
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
ADMIRAÇÃO
COMO ADMIRO ESSA GENTE QUE MANTÉM A PAZ E A SAÚDE DA CONSCIÊNCIA!
Admiro gente que do quase nada faz tudo.
Admiro gente que do complicado faz simples.
Admiro gente que me surpreende.
Admiro gente que trabalha e gosta daquilo que faz.
Admiro gente que trabalha, fazendo o seu melhor, mesmo não gostando daquilo que faz.
Admiro gente bem humorada, bem disposta sem ser tola.
Admiro gente que raciocina com lógica.
Admiro gente que se inflama também.
Admiro gente que sofre e não se queixa.
Admiro gente, porque ser gente é um enorme mistério.
Admiro gente que do quase nada faz tudo.
Admiro gente que do complicado faz simples.
Admiro gente que me surpreende.
Admiro gente que trabalha e gosta daquilo que faz.
Admiro gente que trabalha, fazendo o seu melhor, mesmo não gostando daquilo que faz.
Admiro gente bem humorada, bem disposta sem ser tola.
Admiro gente que raciocina com lógica.
Admiro gente que se inflama também.
Admiro gente que sofre e não se queixa.
Admiro gente, porque ser gente é um enorme mistério.
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