segunda-feira, 7 de março de 2016
sexta-feira, 4 de março de 2016
SOCIEDADES PODRES
Tornou-se normal o anormal, evidentemente que dito assim até parece que o normal é para levar a sério?
A democracia portuguesa tem 40 anos, é bastante nova, novíssima, não obstante está em ruínas.
Tanta gente hostil aos interesses do povo! A ditadura fascista criou ditadores.
Não se mudaram as estruturas, apenas houve preocupação numa sociedade mais justa e foi o que se vê.
O povo desconfia dos que o governam, com todo o direito, diga-se.
É a única vantagem que nos resta.
A sociedade tornou-se agressiva, onde não há pão todos ralham e ninguém tem razão.
Antes o país era um feudo e agora o que é?
O jardim de alguns?
O Estado está hipotecado e continua a assumir dívidas de privados como porta-estandarte da justiça de classe.
Autoridades subornáveis. Presidente protecionista das obras de ruína.
Qualquer ambicioso que desponta pode chegar a banqueiro ou a ministro, lugares de aquecimento para carreiras internacionais, que a máfia globalizou-se.
A sensibilidade nacional parece ser regida por normas de autoconservação e as aspirações estão ao nível de terem dinheiro para as prestações a pagar e para a comida.
Falta a este povo a unidade entre a teoria e a prática, queixa-se e muito mas a sua prática não é consentânea com aquilo que apregoa.
A democracia portuguesa tem 40 anos, é bastante nova, novíssima, não obstante está em ruínas.
Tanta gente hostil aos interesses do povo! A ditadura fascista criou ditadores.
Não se mudaram as estruturas, apenas houve preocupação numa sociedade mais justa e foi o que se vê.
O povo desconfia dos que o governam, com todo o direito, diga-se.
É a única vantagem que nos resta.
A sociedade tornou-se agressiva, onde não há pão todos ralham e ninguém tem razão.
Antes o país era um feudo e agora o que é?
O jardim de alguns?
O Estado está hipotecado e continua a assumir dívidas de privados como porta-estandarte da justiça de classe.
Autoridades subornáveis. Presidente protecionista das obras de ruína.
Qualquer ambicioso que desponta pode chegar a banqueiro ou a ministro, lugares de aquecimento para carreiras internacionais, que a máfia globalizou-se.
A sensibilidade nacional parece ser regida por normas de autoconservação e as aspirações estão ao nível de terem dinheiro para as prestações a pagar e para a comida.
Falta a este povo a unidade entre a teoria e a prática, queixa-se e muito mas a sua prática não é consentânea com aquilo que apregoa.
quarta-feira, 2 de março de 2016
PAPAGUEIAM-SE AS MESMAS COISAS TODA A VIDA
Agora aparecem uma nova espécie de musas, que se entusiasmam, exaltam-se com os mercados e com os números.
Antigamente estas senhoras estariam em casa a fazer bordados, hoje aparecem nas mesas redondas e até rectangulares a fazer análises ou como administradoras do Banco de Portugal como é o caso da Srª Teodora Cardoso.
Antigamente, muito antigamente, era aos poetas que se permitia irresponsabilidade, mas hoje essa permissão foi transferida para os economistas, presidentes de todas as repúblicas e ministros vários, incluindo os primeiros.
Cansa-me tanta estupidez acumulada.
Papagueiam as mesmas inépcias que nada têm a ver com felicidade.
Será impostura, penso.
Será desleixo?
Desleixo da própria dignidade pode ser, suponho.
Não distinguem o acessório do essencial, pergunto-me mas depois ouço a frase assassina duma amiga que me dizia quando queria insultar a sério alguém: sabes, eles também são pessoas.
Antigamente estas senhoras estariam em casa a fazer bordados, hoje aparecem nas mesas redondas e até rectangulares a fazer análises ou como administradoras do Banco de Portugal como é o caso da Srª Teodora Cardoso.
Antigamente, muito antigamente, era aos poetas que se permitia irresponsabilidade, mas hoje essa permissão foi transferida para os economistas, presidentes de todas as repúblicas e ministros vários, incluindo os primeiros.
Cansa-me tanta estupidez acumulada.
Papagueiam as mesmas inépcias que nada têm a ver com felicidade.
Será impostura, penso.
Será desleixo?
Desleixo da própria dignidade pode ser, suponho.
Não distinguem o acessório do essencial, pergunto-me mas depois ouço a frase assassina duma amiga que me dizia quando queria insultar a sério alguém: sabes, eles também são pessoas.
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