domingo, 9 de abril de 2017
sábado, 8 de abril de 2017
sexta-feira, 7 de abril de 2017
ALEGRIA
A alegria, às vezes, visita-me em raros momentos de distração.
Hoje, por exemplo, bateu-me à porta.
Fiquei sem máquina de cortar erva, quando a levei a arranjar, fiquei sem bateria no carro.
Deixei o carro e vim, ao sol inclemente, passear. Ria-me comigo e sentia uma perfeita calma, assim uma sensação de leveza, algo parecida quando estou concentrada só na leitura, aquela sensação fabulosa que não existe o medíocre mundo lá fora, só eu e o romance ou a poesia ou o ensaio, o que for.
Ao dar o meu passeio a pé, com aquele sol, sem chapéu, costumo usá-lo, houve um certo prazer, o prazer da descontração total, agora estou sem carro, deixa para lá, primeiro está o passeio ao sol há que o sentir.
Sim, pode ser uma liberdade frágil, mas é um liberdade e é um prazer, aquele prazer que temos quando tomamos banho e naquele momento é só isso que nos apetece.
E comecei a pensar quando cheguei do passeio ao sol sem chapéu na cabeça, vou ficar com as bochechas vermelhas, entrei no carro e disse-me, ora vamos lá resolver este problema.
O prazer demora tempo, eu já sabia mas confirmei, não tinha necessidade de fazer aquele passeio prévio, naquelas condições de temperatura, mas estava alegre, satisfeita, controle completo duma situação que à partida, por nunca ter sucedido, me era estranha.
A alegria, estou a pensar nisso agora, deveu-se ao facto de me ter abstraído de toda a mediocridade duma situação adversa e passar à que mais me agradava, passear nem que fosse ao sol e sem chapéu.
Hoje, por exemplo, bateu-me à porta.
Fiquei sem máquina de cortar erva, quando a levei a arranjar, fiquei sem bateria no carro.
Deixei o carro e vim, ao sol inclemente, passear. Ria-me comigo e sentia uma perfeita calma, assim uma sensação de leveza, algo parecida quando estou concentrada só na leitura, aquela sensação fabulosa que não existe o medíocre mundo lá fora, só eu e o romance ou a poesia ou o ensaio, o que for.
Ao dar o meu passeio a pé, com aquele sol, sem chapéu, costumo usá-lo, houve um certo prazer, o prazer da descontração total, agora estou sem carro, deixa para lá, primeiro está o passeio ao sol há que o sentir.
Sim, pode ser uma liberdade frágil, mas é um liberdade e é um prazer, aquele prazer que temos quando tomamos banho e naquele momento é só isso que nos apetece.
E comecei a pensar quando cheguei do passeio ao sol sem chapéu na cabeça, vou ficar com as bochechas vermelhas, entrei no carro e disse-me, ora vamos lá resolver este problema.
O prazer demora tempo, eu já sabia mas confirmei, não tinha necessidade de fazer aquele passeio prévio, naquelas condições de temperatura, mas estava alegre, satisfeita, controle completo duma situação que à partida, por nunca ter sucedido, me era estranha.
A alegria, estou a pensar nisso agora, deveu-se ao facto de me ter abstraído de toda a mediocridade duma situação adversa e passar à que mais me agradava, passear nem que fosse ao sol e sem chapéu.
NOMES ROMANOS DAS NOSSAS CIDADES
como se chamava a sua cidade no tempo dos romanos
Emínio, Arábriga, Alavário... que cidades são estas? Conheça os antigos
nomes romanos das cidades portuguesas.
nomes romanos das cidades portuguesas.
hispania (1)
Emínio (Coimbra)
Ammaia (São Salvador da Aramenha)
Acoutínio (Alcoutim)
Aquae Flaviae (Chaves)
Arábriga (Alenquer)
Aranis, talvez Arandis (Santa Bárbara de Padrões, Castro Verde)
Arécio (Alvega)
Aruci ou Civitas Arucitana Nova (Moura)
Alavário (Aveiro)
Avêntela (Arrentela, freguesia da cidade do Seixal)
Bésuris; Esuri (Castro Marim)
Balatucelo (Bobadela, Oliveira do Hospital)
Balsa (Perto de Luz de Tavira)
Balto (Albufeira)
Bevipo (Alcácer do Sal)
Bracara Augusta (Braga)
Cale (Vila Nova de Gaia)
Cetóbriga (Setúbal)
Calípolis (Vila Viçosa)
Castra Leuca (Castelo Branco)
Cilpes (Rocha Branca, Silves)
Cinético Jugo (Cabo de Sines)
Civitas Aravoro (Marialva)
Civitas Igeditanoro (Idanha-a-Velha)
Centum Cellae; Centum Celas (Colmeal da Torre, Belmonte)
Colipo (Leiria)
Conímbriga (Condeixa-a-Velha, Sul de Coimbra)
Conistorgis (localização desconhecida no Algarve ou Baixo-Alentejo)
Dúmio (Dume)
Ebora, Ebora Cerealis, Liberalitas Júlia (Évora)
Eburobrício (Óbidos)
Egitânia (Idanha-a-Velha)
Aquabona (Coina, Barreiro)
Ipses (Alvor)
Lacóbriga (provavelmente na zona de Lagos)
Lancóbriga (Fiães, Santa Maria da Feira)
Lameco (Lamego)
Lorica (Loriga, Seia)
Longóbriga (Longroiva, Mêda)
Malateca (Marateca, Palmela)
Métalo Vispascense (Mina de Aljustrel)
Miróbriga Celticoro, ou Miróbriga (próximo de Santiago do Cacém)
Mondóbriga (Alter do Chão)
Moron (próximo de Santarém. Também apontado como Chões de Alpompé)
Mírtilis (Mértola)
Olisipo Felicidade Julia, Olisipo, Ulissípolis, Felicidade Júlia
Olisipo, Ulisseia (Lisboa)
Opidana ou Lância Opidana (Guarda)
Ossónoba (Faro)
Pax Júlia, Pax Augusta, Colônia Pacense (Beja)
Porto Alacer (Portalegre)
Portus Cale (Porto)
Portus Hannibalis ou Porto de Aníbal (Portimão. Nome associado ao
general Aníbal Barca.)
Salácia (Alcácer do Sal)
Sáurio (Soure)
Escálabis (Santarém)
Segóbriga (Segóvia, Campo Maior)
Sélio (Tomar)
Sirpe (Serpa)
Talabara (Alpedrinha, Fundão)
Talábriga (Marnel, Águeda)
Tongóbriga (Marco de Canaveses)
Trício (Covilhã)
Tubucci Aurantes (Abrantes)
Valécula (Valhelhas)
Veniatia (Vinhais)
Vila Cardílio (Torres Novas)
Villa Euracini (Póvoa de Varzim)
Vispasca (Aljustrel)
Verúrio (Viseu)
Ammaia (São Salvador da Aramenha)
Acoutínio (Alcoutim)
Aquae Flaviae (Chaves)
Arábriga (Alenquer)
Aranis, talvez Arandis (Santa Bárbara de Padrões, Castro Verde)
Arécio (Alvega)
Aruci ou Civitas Arucitana Nova (Moura)
Alavário (Aveiro)
Avêntela (Arrentela, freguesia da cidade do Seixal)
Bésuris; Esuri (Castro Marim)
Balatucelo (Bobadela, Oliveira do Hospital)
Balsa (Perto de Luz de Tavira)
Balto (Albufeira)
Bevipo (Alcácer do Sal)
Bracara Augusta (Braga)
Cale (Vila Nova de Gaia)
Cetóbriga (Setúbal)
Calípolis (Vila Viçosa)
Castra Leuca (Castelo Branco)
Cilpes (Rocha Branca, Silves)
Cinético Jugo (Cabo de Sines)
Civitas Aravoro (Marialva)
Civitas Igeditanoro (Idanha-a-Velha)
Centum Cellae; Centum Celas (Colmeal da Torre, Belmonte)
Colipo (Leiria)
Conímbriga (Condeixa-a-Velha, Sul de Coimbra)
Conistorgis (localização desconhecida no Algarve ou Baixo-Alentejo)
Dúmio (Dume)
Ebora, Ebora Cerealis, Liberalitas Júlia (Évora)
Eburobrício (Óbidos)
Egitânia (Idanha-a-Velha)
Aquabona (Coina, Barreiro)
Ipses (Alvor)
Lacóbriga (provavelmente na zona de Lagos)
Lancóbriga (Fiães, Santa Maria da Feira)
Lameco (Lamego)
Lorica (Loriga, Seia)
Longóbriga (Longroiva, Mêda)
Malateca (Marateca, Palmela)
Métalo Vispascense (Mina de Aljustrel)
Miróbriga Celticoro, ou Miróbriga (próximo de Santiago do Cacém)
Mondóbriga (Alter do Chão)
Moron (próximo de Santarém. Também apontado como Chões de Alpompé)
Mírtilis (Mértola)
Olisipo Felicidade Julia, Olisipo, Ulissípolis, Felicidade Júlia
Olisipo, Ulisseia (Lisboa)
Opidana ou Lância Opidana (Guarda)
Ossónoba (Faro)
Pax Júlia, Pax Augusta, Colônia Pacense (Beja)
Porto Alacer (Portalegre)
Portus Cale (Porto)
Portus Hannibalis ou Porto de Aníbal (Portimão. Nome associado ao
general Aníbal Barca.)
Salácia (Alcácer do Sal)
Sáurio (Soure)
Escálabis (Santarém)
Segóbriga (Segóvia, Campo Maior)
Sélio (Tomar)
Sirpe (Serpa)
Talabara (Alpedrinha, Fundão)
Talábriga (Marnel, Águeda)
Tongóbriga (Marco de Canaveses)
Trício (Covilhã)
Tubucci Aurantes (Abrantes)
Valécula (Valhelhas)
Veniatia (Vinhais)
Vila Cardílio (Torres Novas)
Villa Euracini (Póvoa de Varzim)
Vispasca (Aljustrel)
Verúrio (Viseu)
quinta-feira, 6 de abril de 2017
terça-feira, 4 de abril de 2017
PENSAMENTOS ACTUAIS
. Toca a sirene dos Bombeiros. A época dos incêndios abriu.
. Desistir pode ser um acto de coragem, por exemplo quando se tenta parar com a alienação e ter mais tempo para reflectir, fazendo com que a vida corra mais devagar.
. Fica-se atordoado com tanta violência, revoltado até. Entendo por violência aquela que tira a vida às pessoas de todas as formas, nela se inclui igualmente a dos que roubam o povo, como a dos banqueiros e políticos seus aliados. Sequestram as nossas vidas.
. As pessoas ficam tentadas a seguir quem lhes oferece uma solução fácil, é este o grande sucesso das extremas-direitas.
. Quem detém o poder, actualmente, no Mundo?
IMBECIS.
Na Europa, os povos praticamente rejeitam quase tudo que o Parlamento Europeu aprova. E tupo que aprovam é para os governos locais aplicarem de imediato.
Os países do Sul e não só, foram sangrados pelo Eurogrupo, pelo BCE e pelo FMI.
. Somos especialistas na sobrevivência.
Ontem ouvi na rádio, uma notícia que diz isso mesmo. Louro prensado vendido como haxixe na baixa lisboeta, aos turistas. Não podem ser presos estes empreendedores dado que louro não é droga.
Por outro lado, somos o único animal que está contra o próprio instinto de sobrevivência.
. Só tenho uma forma de ficar neste mundo, é nas outras pessoas, é fazer falta quando me for.

. Desistir pode ser um acto de coragem, por exemplo quando se tenta parar com a alienação e ter mais tempo para reflectir, fazendo com que a vida corra mais devagar.
. Fica-se atordoado com tanta violência, revoltado até. Entendo por violência aquela que tira a vida às pessoas de todas as formas, nela se inclui igualmente a dos que roubam o povo, como a dos banqueiros e políticos seus aliados. Sequestram as nossas vidas.
. As pessoas ficam tentadas a seguir quem lhes oferece uma solução fácil, é este o grande sucesso das extremas-direitas.
. Quem detém o poder, actualmente, no Mundo?
IMBECIS.
Na Europa, os povos praticamente rejeitam quase tudo que o Parlamento Europeu aprova. E tupo que aprovam é para os governos locais aplicarem de imediato.
Os países do Sul e não só, foram sangrados pelo Eurogrupo, pelo BCE e pelo FMI.
. Somos especialistas na sobrevivência.
Ontem ouvi na rádio, uma notícia que diz isso mesmo. Louro prensado vendido como haxixe na baixa lisboeta, aos turistas. Não podem ser presos estes empreendedores dado que louro não é droga.
Por outro lado, somos o único animal que está contra o próprio instinto de sobrevivência.
. Só tenho uma forma de ficar neste mundo, é nas outras pessoas, é fazer falta quando me for.
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