Toda a gente dá opiniões (dóxa).
Ignorante, alguém definiu, como a pessoa que tem pouco conhecimento e que se recusa a ter mais conhecimento, mas que tenta fazer valer o seu pouco conhecimento por meio da violência na discussão e nas acções.
Já os filósofos no tempo de Sócrates, achavam que a democracia era um problema porque dava poder aos ignorantes.
Os ignorantes desde sempre se recusaram saber, mas usam da violência para conseguirem tudo o que querem contra todos aqueles que procuram saber mais um pouco.
Já Sócrates e Platão eram contra a democracia porque o poder era dado aos ignorantes.
Como se pode saber que se está errado se não se tiver conhecimento para se saber que se está errado e isto tanto vale para o Sr. que actualmente manda no mundo, como para o vizinho aldeão/urbanita que opina sempre, mesmo que não saiba do que está a falar.
segunda-feira, 29 de maio de 2017
domingo, 28 de maio de 2017
terça-feira, 23 de maio de 2017
domingo, 21 de maio de 2017
sexta-feira, 19 de maio de 2017
UMA OUTRA EPISTEME
Eu não sou o que o outro me vê, como os jovens de hoje e não só, nos fazem crer.
Quem crê que como o outro nos vê, é como é, não costuma falar com a sua intimidade.
O que todos tentam é obrigar-nos a entrar dentro das suas categorias, tal como nós.
A falta de cultura, a ausência de referenciais, leva-nos a encaixar tudo em categorias, mas obviamente não é isso que resolve. A maioria de nós são casos atípicos.
Há pessoas vazias que dão aos outros os melhores conselhos, como o Polónio do Hamlet dava a seu filho Laertes.
Todos nós precisamos por demais de ilusões para vivermos, senão piramos de vez, mas ainda bem que uma grande parte dos que vivem acham que não devem mostrar em todas as ocasiões a maior felicidade do mundo.
Quem crê que como o outro nos vê, é como é, não costuma falar com a sua intimidade.
O que todos tentam é obrigar-nos a entrar dentro das suas categorias, tal como nós.
A falta de cultura, a ausência de referenciais, leva-nos a encaixar tudo em categorias, mas obviamente não é isso que resolve. A maioria de nós são casos atípicos.
Há pessoas vazias que dão aos outros os melhores conselhos, como o Polónio do Hamlet dava a seu filho Laertes.
Todos nós precisamos por demais de ilusões para vivermos, senão piramos de vez, mas ainda bem que uma grande parte dos que vivem acham que não devem mostrar em todas as ocasiões a maior felicidade do mundo.
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